ProdutoCopiloto IA

Um copiloto ao lado, para um raciocínio clínico mais claro

O copiloto analisa o que o paciente escreveu e partilhou, bem como os resultados dos testes. Ajuda-o a testar as suas hipóteses, a identificar pontos cegos e a conhecer melhor o perfil do paciente, para enriquecer a sua prática e cuidar ainda melhor de cada um. Cada proposta aguarda a sua validação.

+50 000 pacientes4,7/5 de satisfaçãoEm conformidade com o RGPD
Hipóteses fundamentadas, para confrontar com a sua leitura
Conteúdos anonimizados, nada é enviado sem o seu acordo
DASS-21 · stress 27
Diário · 12 entradas
«A ruminar…» concluído

Copiloto

Hipótese a confrontar

Ansiedade generalizada · 2 diagnósticos diferenciais

Ponto cego

A relação com o fracasso, pouco explorada

Perfil

Esquemas, distorções, recursos

Próxima sessão

3 perguntas a fazer

A matéria-prima

O copiloto cruza tudo o que o paciente partilha e revela as ligações

Notas de sessão, testes, diário, exercícios, programas, documentos: o copiloto relaciona uma pontuação com uma página do diário, uma nota de sessão com uma resposta a um exercício, e faz sobressair as ligações que se vão desenhando. O resultado: uma leitura de conjunto, para confrontar com a sua.

1

As suas notas de sessão

o que observa e avalia em cada consulta

2

Os acontecimentos de vida

o que mudou no dia a dia do paciente e no acompanhamento

3

Os documentos do processo

cartas, relatórios e notas manuscritas transcritas

4

Os resultados dos testes

pontuações, níveis de interpretação e subescalas

5

O humor do dia a dia

o estado emocional e as emoções que ele nomeia

6

O diário

as páginas que ele decide confiar-lhe

7

As respostas aos exercícios

o que escreve, pergunta após pergunta

8

As respostas aos programas

as escolhas e as reflexões, capítulo após capítulo

Avaliação psicológica completa

Executar análise IA

Depois de lançada, a análise atualiza-se à medida que o paciente escreve.

Um acompanhamento confirmado pelo paciente

A análise incide apenas sobre os acompanhamentos confirmados pelo paciente, e só sobre o que ele escolheu partilhar. Antes de cada análise, os conteúdos são anonimizados: nomes, locais, endereços de e-mail e números de telefone ficam ocultos.

As suas notas em papel também contam

Fotografe as suas notas de sessão manuscritas: o texto é reconhecido, pode corrigi-lo, e entra no processo, onde alimenta a análise como qualquer outro escrito.

Sessão de 12/03: fala de uma discussão com a companheira, ruminações ++, voltou a pintar à noite…

Nota de sessão · transcrita Ver a transcrição · Editar

A síntese

Hipóteses para pôr à prova.

Uma avaliação global fundamentada, uma hipótese diagnóstica apoiada em indícios tirados dos escritos e os diagnósticos afastados, com as respetivas razões. O suficiente para confrontar a sua leitura clínica, consolidá-la ou pô-la em causa.

Ajuda IA · Análise do paciente

gerado pela IA

Avaliação global

5

/ 10

Análise

O paciente apresenta uma instabilidade emocional significativa acompanhada de medos de abandono, ansiedade social e episódios de sofrimento emocional intenso. No entanto, demonstra uma certa capacidade de introspeção e uma vontade de se envolver no processo terapêutico, o que constitui um recurso importante para a sua evolução.

Evolução

O paciente começa a desenvolver uma consciência dos seus esquemas de pensamento disfuncionais graças aos exercícios de TCC, embora permaneça fortemente afetado pelos seus medos de abandono e pelas suas flutuações emocionais.

Diagnóstico

hipótese a confirmar

Perturbação da personalidade borderline

Conjuntos de indícios

  • Instabilidade emocional acentuada com flutuações rápidas de humor
  • Medo intenso de abandono observado nas relações com a companheira e com uma amiga próxima
  • Dificuldade em regular as emoções, especialmente a raiva durante as discussões
  • Sentimento de vazio interior mencionado no diário

Diagnósticos diferenciais afastados, e porquê

Perturbação depressiva major

As flutuações de humor são rápidas e reativas em vez de persistentes

Perturbação de ansiedade generalizada

As preocupações estão centradas no abandono e nas relações, em vez de serem diversificadas

O perfil

Um perfil mais rico, do esquema de abandono ao estádio de mudança.

Esquemas, distorções, crenças, estratégias de coping, vinculação, relação consigo próprio, ambiente: o perfil cobre o que exploraria por si, e cada elemento assenta em indícios tirados dos escritos do paciente.

Fatores psicológicos

Esquemas

«Abandono», «Defeito/Vergonha»

Distorções cognitivas

«Catastrofização», «Leitura de pensamento»

Crenças limitantes sobre si

«Sou fundamentalmente incompreendido…»

Crenças limitantes sobre os outros

«Os outros vão inevitavelmente abandonar-me…»

Comportamentos

Estratégias de coping

«Evitamento emocional», «A pintura como regulação»

Mecanismos de defesa

«Projeção», «Ruminação»

Padrões de vinculação

«Ansioso-preocupado»

Estádio de mudança

«Contemplação»

Identidade e autoconceito

Autoconceito

«Identidade frágil, dependente do olhar dos outros»

Dinâmica de autocompaixão

«Autocrítica excessiva»

Dissonâncias cognitivas

«Desejo de autenticidade versus medo da rejeição»

Autoconhecimento

«Consciência emergente das reações excessivas»

Capacidade metacognitiva

«Capacidade limitada para observar os próprios pensamentos»

Fatores ambientais

Fatores facilitadores

«Rede social potencialmente de apoio»

Fatores desfavoráveis

«Incompreensão familiar das dificuldades»

Cada elemento do perfil desdobra-se: o raciocínio, os indícios tirados dos escritos, as origens possíveis e pistas de intervenção. Por exemplo:

Distorção cognitiva

Catastrofização

O paciente extrapola sistematicamente situações banais para cenários catastróficos, particularmente no que diz respeito às suas relações.

Conjuntos de indícios

  • Interpretação da ausência de resposta de uma amiga próxima como uma rejeição definitiva
  • Perceção de uma discussão comum como um sinal de que a companheira o vai deixar
  • Antecipação constante do abandono em situações relacionais ambíguas

Origens potenciais

  • Possível modelação parental de antecipações negativas
  • Experiências anteriores de perdas ou de ruturas relacionais significativas

Estratégias de intervenção

  • Técnica de descatastrofização com análise das probabilidades reais
  • Questionamento socrático sobre as evidências que apoiam as interpretações catastróficas
  • Diário de pensamentos para registar e desafiar as interpretações catastróficas do dia a dia
EsquemaAbandono+

«O paciente demonstra um medo persistente e desproporcional de ser abandonado ou rejeitado por pessoas importantes na sua vida, mesmo perante situações comuns ou sinais ambíguos.»

Força identificadaA pintura como regulação+

«O paciente descobriu espontaneamente uma estratégia adaptativa de canalização emocional através da expressão artística, que lhe proporciona um alívio temporário.»

O perfil regista os recursos do paciente tal como regista as suas dificuldades.

Antes da sessão

A próxima sessão começa com as perguntas certas.

Perguntas prontas a fazer, com a razão pela qual importam, e as zonas do processo ainda pouco exploradas: o necessário para identificar os seus pontos cegos antes de entrar na sessão.

Sugestão IA · 1

Exploração das situações que desencadeiam o medo de abandono

Identificar com precisão os gatilhos situacionais e interpessoais permitirá elaborar intervenções direcionadas e prevenir as crises emocionais.

Perguntas para explorar

  • «Pode descrever em detalhe a última situação em que sentiu intensamente esse medo de ser abandonado?»
  • «Quais são os primeiros pensamentos que lhe vêm à mente quando não recebe uma resposta imediata de um ente querido?»
Sugestão IA · 2

Validação da experiência emocional

O paciente apresenta um défice significativo de autovalidação que contribui para a sua instabilidade emocional.

Perguntas para explorar

  • «Como reagiria se um amigo próximo lhe confiasse que sentia exatamente aquilo que está a sentir?»
  • «Que mensagens recebeu na sua infância relativamente à expressão das emoções?»
Sugestão IA · 3

Exploração dos recursos adaptativos

Identificar e reforçar as estratégias adaptativas existentes (como a pintura) permitirá construir sobre as forças do paciente.

Perguntas para explorar

  • «Menciona que a pintura o acalma. Que outras atividades ou momentos lhe proporcionam esse mesmo sentimento de calma?»
  • «Em que situações consegue gerir melhor as suas emoções intensas?»

E depois da sessão, um rumo.

Eixos de trabalho desdobrados em ações clínicas precisas, e pistas de exploração para ir mais longe. São apenas sugestões: aplique as que quiser, como quiser. A última palavra é sempre sua.

Desenvolvimento de competências de regulação emocional

Ações recomendadas

  • Ensinar a respiração diafragmática como âncora fisiológica
  • Introduzir a técnica STOP para os momentos de crise
  • Propor exercícios de tolerância ao sofrimento inspirados na DBT

Reestruturação dos esquemas de abandono

Ações recomendadas

  • Psicoeducação específica sobre o esquema de abandono
  • Cartões de reestruturação cognitiva específicos para os pensamentos de abandono
  • Experiências corretivas de vinculação segura, progressivas

Avaliação formal da personalidade borderline

Ações recomendadas

  • Aplicar instrumentos padronizados (MSI-BPD, DIB-R)
  • Entrevista clínica estruturada sobre os critérios da perturbação da personalidade borderline
  • Explorar a trajetória dos sintomas desde a adolescência

História desenvolvimental das relações de vinculação

Genograma emocional + questionário de vinculação adulta (ECR-R)

Exploração da identidade e do sentimento de vazio

Exercício do «Quem sou eu?» + mapeamento dos estados emocionais

Relações interpessoais significativas

Análise funcional das interações problemáticas recentes

À medida

Recursos personalizados e sugestões de feedback, paciente a paciente.

O perfil do paciente tem dupla utilidade: personaliza os programas e os exercícios que cria para ele e sugere-lhe um feedback depois de cada escrito. Basta ajustar e validar.

Assistência IA

Descreva o que pretende criar e a IA preencherá previamente a estrutura do seu recurso.

Ex.: Um programa baseado em TCC para pessoas com PEA, para as ajudar a comunicar melhor os seus medos.

Personalizar para um paciente

Adaptar o conteúdo ao perfil psicológico de um paciente específico (requer um perfil IA gerado)

Gerar com IACriar sem assistência IA

«Poderá depois rever e alterar o conteúdo gerado.»

Comunicar os meus medos, passo a passo

Personalizado

Programa · 4 capítulos · adaptado ao perfil do paciente

Texto simplesPergunta abertaPergunta de escolha

O programa parte do perfil do paciente: fala-lhe dos medos dele, e não da «ansiedade em geral». Só tem de o rever e ajustar antes de o atribuir.

Feedback para o paciente

Rascunho

Exercício «Diário de pensamentos» · concluído

Sugestões IA

Duas propostas de feedback, redigidas a partir do que o paciente acabou de escrever e do perfil dele. Basta escolher, ajustar e enviar.

EmpáticoValidaçãoIntrospetivoFormal

O estilo das sugestões define-se de uma vez por todas: tom, orientação, tratamento formal ou por tu.

«…estou a começar a receber as sugestões do copiloto IA e fiquei de queixo caído! É mesmo uma excelente ferramenta!»Um terapeuta que usa o SessionFuel (citação traduzida do francês)

O enquadramento

A ajuda acaba onde começa o seu juízo clínico.

«Estas análises baseiam-se apenas nos escritos do paciente e constituem uma ferramenta de apoio, não um diagnóstico definitivo.»

O aviso apresentado por baixo de cada análise

Hipótese, não veredicto

O diagnóstico proposto leva a etiqueta «hipótese a confirmar» e vem acompanhado do diagnóstico diferencial: a conclusão é sua.

Nada sai sem o seu aval

Um feedback ao paciente continua a ser um rascunho enquanto não o validar, e um recurso gerado revê-se e altera-se antes de ser atribuído.

Conteúdos anonimizados

Antes da análise, nomes, locais, endereços de e-mail e números de telefone são ocultados. A análise está reservada aos acompanhamentos que o paciente confirmou.

Um enquadramento regulamentar claro

A IA funciona dentro do enquadramento que protege os dados de saúde: um alojamento de dados de saúde certificado (HDS, norma francesa) e em conformidade com a HIPAA, como todo o resto do SessionFuel.

O copiloto dá clareza ao seu raciocínio. A decisão clínica, essa, continua a ser sua.

FAQ

Perguntas frequentes

A IA substitui o juízo clínico?

Não. Cada análise traz o mesmo aviso: uma ferramenta de apoio, não um diagnóstico definitivo. O diagnóstico proposto continua a ser uma hipótese a confirmar, e nada chega ao paciente sem a sua validação.

Para que serve, na prática?

Para pôr as suas hipóteses à prova, identificar o que lhe possa ter escapado e conhecer melhor o perfil do paciente: esquemas, distorções, recursos, estádio de mudança. A sessão começa com perguntas direcionadas e pistas de trabalho, para um acompanhamento mais preciso.

Em que se baseiam as análises?

No processo real do paciente: as suas notas de sessão, os resultados dos testes, o diário partilhado, os exercícios, as respostas aos programas, as autoavaliações, os acontecimentos de vida e os documentos transcritos. A análise arranca assim que o processo tem conteúdo suficiente para ser pertinente.

Quem vê os escritos do paciente?

No processo, só vê o que o paciente escolhe partilhar. A análise só é proposta para os acompanhamentos que ele confirmou, e nada do que o copiloto prepara chega ao paciente sem a sua validação. Antes da análise, os conteúdos do processo são anonimizados: nomes, locais, endereços de e-mail e números de telefone ficam ocultos, e o que o paciente mantém privado não entra.

Em que enquadramento é usada a IA?

Num enquadramento regulamentar claro: a IA funciona num alojamento de dados de saúde certificado (HDS, norma francesa) e em conformidade com a HIPAA, como todo o resto do SessionFuel, e os conteúdos do processo são anonimizados antes de cada análise.

Consegue ler um documento em papel?

Sim: fotografe uma nota manuscrita ou um documento impresso, e a IA extrai o texto da fotografia. Pode corrigi-lo, ele entra no processo e, tal como os outros conteúdos, é anonimizado antes da análise.

Experimente o SessionFuel na sua próxima sessão.

Crie a sua conta de profissional, adicione os seus pacientes e atribua o primeiro trabalho de casa em poucos minutos.

+50 000 pacientes acompanhados · 4,7/5 de satisfação · Em conformidade com o RGPD e a HIPAA