O copiloto analisa o que o paciente escreveu e partilhou, bem como os resultados dos testes. Ajuda-o a testar as suas hipóteses, a identificar pontos cegos e a conhecer melhor o perfil do paciente, para enriquecer a sua prática e cuidar ainda melhor de cada um. Cada proposta aguarda a sua validação.
Copiloto
Hipótese a confrontar
Ansiedade generalizada · 2 diagnósticos diferenciais
Ponto cego
A relação com o fracasso, pouco explorada
Perfil
Esquemas, distorções, recursos
Próxima sessão
3 perguntas a fazer
Notas de sessão, testes, diário, exercícios, programas, documentos: o copiloto relaciona uma pontuação com uma página do diário, uma nota de sessão com uma resposta a um exercício, e faz sobressair as ligações que se vão desenhando. O resultado: uma leitura de conjunto, para confrontar com a sua.
As suas notas de sessão
o que observa e avalia em cada consulta
Os acontecimentos de vida
o que mudou no dia a dia do paciente e no acompanhamento
Os documentos do processo
cartas, relatórios e notas manuscritas transcritas
Os resultados dos testes
pontuações, níveis de interpretação e subescalas
O humor do dia a dia
o estado emocional e as emoções que ele nomeia
O diário
as páginas que ele decide confiar-lhe
As respostas aos exercícios
o que escreve, pergunta após pergunta
As respostas aos programas
as escolhas e as reflexões, capítulo após capítulo
Avaliação psicológica completa
Executar análise IADepois de lançada, a análise atualiza-se à medida que o paciente escreve.
Um acompanhamento confirmado pelo paciente
A análise incide apenas sobre os acompanhamentos confirmados pelo paciente, e só sobre o que ele escolheu partilhar. Antes de cada análise, os conteúdos são anonimizados: nomes, locais, endereços de e-mail e números de telefone ficam ocultos.
As suas notas em papel também contam
Fotografe as suas notas de sessão manuscritas: o texto é reconhecido, pode corrigi-lo, e entra no processo, onde alimenta a análise como qualquer outro escrito.
Sessão de 12/03: fala de uma discussão com a companheira, ruminações ++, voltou a pintar à noite…
Nota de sessão · transcrita Ver a transcrição · Editar
Uma avaliação global fundamentada, uma hipótese diagnóstica apoiada em indícios tirados dos escritos e os diagnósticos afastados, com as respetivas razões. O suficiente para confrontar a sua leitura clínica, consolidá-la ou pô-la em causa.
Ajuda IA · Análise do paciente
gerado pela IAAvaliação global
5
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Análise
O paciente apresenta uma instabilidade emocional significativa acompanhada de medos de abandono, ansiedade social e episódios de sofrimento emocional intenso. No entanto, demonstra uma certa capacidade de introspeção e uma vontade de se envolver no processo terapêutico, o que constitui um recurso importante para a sua evolução.
Evolução
O paciente começa a desenvolver uma consciência dos seus esquemas de pensamento disfuncionais graças aos exercícios de TCC, embora permaneça fortemente afetado pelos seus medos de abandono e pelas suas flutuações emocionais.
Diagnóstico
hipótese a confirmarPerturbação da personalidade borderline
Conjuntos de indícios
Diagnósticos diferenciais afastados, e porquê
Perturbação depressiva major
As flutuações de humor são rápidas e reativas em vez de persistentes
Perturbação de ansiedade generalizada
As preocupações estão centradas no abandono e nas relações, em vez de serem diversificadas
Esquemas, distorções, crenças, estratégias de coping, vinculação, relação consigo próprio, ambiente: o perfil cobre o que exploraria por si, e cada elemento assenta em indícios tirados dos escritos do paciente.
Fatores psicológicos
Esquemas
«Abandono», «Defeito/Vergonha»
Distorções cognitivas
«Catastrofização», «Leitura de pensamento»
Crenças limitantes sobre si
«Sou fundamentalmente incompreendido…»
Crenças limitantes sobre os outros
«Os outros vão inevitavelmente abandonar-me…»
Comportamentos
Estratégias de coping
«Evitamento emocional», «A pintura como regulação»
Mecanismos de defesa
«Projeção», «Ruminação»
Padrões de vinculação
«Ansioso-preocupado»
Estádio de mudança
«Contemplação»
Identidade e autoconceito
Autoconceito
«Identidade frágil, dependente do olhar dos outros»
Dinâmica de autocompaixão
«Autocrítica excessiva»
Dissonâncias cognitivas
«Desejo de autenticidade versus medo da rejeição»
Autoconhecimento
«Consciência emergente das reações excessivas»
Capacidade metacognitiva
«Capacidade limitada para observar os próprios pensamentos»
Fatores ambientais
Fatores facilitadores
«Rede social potencialmente de apoio»
Fatores desfavoráveis
«Incompreensão familiar das dificuldades»
Cada elemento do perfil desdobra-se: o raciocínio, os indícios tirados dos escritos, as origens possíveis e pistas de intervenção. Por exemplo:
Catastrofização
O paciente extrapola sistematicamente situações banais para cenários catastróficos, particularmente no que diz respeito às suas relações.
Conjuntos de indícios
Origens potenciais
Estratégias de intervenção
«O paciente demonstra um medo persistente e desproporcional de ser abandonado ou rejeitado por pessoas importantes na sua vida, mesmo perante situações comuns ou sinais ambíguos.»
«O paciente descobriu espontaneamente uma estratégia adaptativa de canalização emocional através da expressão artística, que lhe proporciona um alívio temporário.»
O perfil regista os recursos do paciente tal como regista as suas dificuldades.
Perguntas prontas a fazer, com a razão pela qual importam, e as zonas do processo ainda pouco exploradas: o necessário para identificar os seus pontos cegos antes de entrar na sessão.
Exploração das situações que desencadeiam o medo de abandono
Identificar com precisão os gatilhos situacionais e interpessoais permitirá elaborar intervenções direcionadas e prevenir as crises emocionais.
Perguntas para explorar
Validação da experiência emocional
O paciente apresenta um défice significativo de autovalidação que contribui para a sua instabilidade emocional.
Perguntas para explorar
Exploração dos recursos adaptativos
Identificar e reforçar as estratégias adaptativas existentes (como a pintura) permitirá construir sobre as forças do paciente.
Perguntas para explorar
Eixos de trabalho desdobrados em ações clínicas precisas, e pistas de exploração para ir mais longe. São apenas sugestões: aplique as que quiser, como quiser. A última palavra é sempre sua.
Desenvolvimento de competências de regulação emocional
Ações recomendadas
Reestruturação dos esquemas de abandono
Ações recomendadas
Avaliação formal da personalidade borderline
Ações recomendadas
História desenvolvimental das relações de vinculação
Genograma emocional + questionário de vinculação adulta (ECR-R)
Exploração da identidade e do sentimento de vazio
Exercício do «Quem sou eu?» + mapeamento dos estados emocionais
Relações interpessoais significativas
Análise funcional das interações problemáticas recentes
O perfil do paciente tem dupla utilidade: personaliza os programas e os exercícios que cria para ele e sugere-lhe um feedback depois de cada escrito. Basta ajustar e validar.
Assistência IA
Descreva o que pretende criar e a IA preencherá previamente a estrutura do seu recurso.
Ex.: Um programa baseado em TCC para pessoas com PEA, para as ajudar a comunicar melhor os seus medos.
Personalizar para um paciente
Adaptar o conteúdo ao perfil psicológico de um paciente específico (requer um perfil IA gerado)
«Poderá depois rever e alterar o conteúdo gerado.»
Comunicar os meus medos, passo a passo
PersonalizadoPrograma · 4 capítulos · adaptado ao perfil do paciente
O programa parte do perfil do paciente: fala-lhe dos medos dele, e não da «ansiedade em geral». Só tem de o rever e ajustar antes de o atribuir.
Feedback para o paciente
RascunhoExercício «Diário de pensamentos» · concluído
Sugestões IA
Duas propostas de feedback, redigidas a partir do que o paciente acabou de escrever e do perfil dele. Basta escolher, ajustar e enviar.
O estilo das sugestões define-se de uma vez por todas: tom, orientação, tratamento formal ou por tu.
«…estou a começar a receber as sugestões do copiloto IA e fiquei de queixo caído! É mesmo uma excelente ferramenta!»Um terapeuta que usa o SessionFuel (citação traduzida do francês)
«Estas análises baseiam-se apenas nos escritos do paciente e constituem uma ferramenta de apoio, não um diagnóstico definitivo.»
O aviso apresentado por baixo de cada análise
Hipótese, não veredicto
O diagnóstico proposto leva a etiqueta «hipótese a confirmar» e vem acompanhado do diagnóstico diferencial: a conclusão é sua.
Nada sai sem o seu aval
Um feedback ao paciente continua a ser um rascunho enquanto não o validar, e um recurso gerado revê-se e altera-se antes de ser atribuído.
Conteúdos anonimizados
Antes da análise, nomes, locais, endereços de e-mail e números de telefone são ocultados. A análise está reservada aos acompanhamentos que o paciente confirmou.
Um enquadramento regulamentar claro
A IA funciona dentro do enquadramento que protege os dados de saúde: um alojamento de dados de saúde certificado (HDS, norma francesa) e em conformidade com a HIPAA, como todo o resto do SessionFuel.
O copiloto dá clareza ao seu raciocínio. A decisão clínica, essa, continua a ser sua.
Não. Cada análise traz o mesmo aviso: uma ferramenta de apoio, não um diagnóstico definitivo. O diagnóstico proposto continua a ser uma hipótese a confirmar, e nada chega ao paciente sem a sua validação.
Para pôr as suas hipóteses à prova, identificar o que lhe possa ter escapado e conhecer melhor o perfil do paciente: esquemas, distorções, recursos, estádio de mudança. A sessão começa com perguntas direcionadas e pistas de trabalho, para um acompanhamento mais preciso.
No processo real do paciente: as suas notas de sessão, os resultados dos testes, o diário partilhado, os exercícios, as respostas aos programas, as autoavaliações, os acontecimentos de vida e os documentos transcritos. A análise arranca assim que o processo tem conteúdo suficiente para ser pertinente.
No processo, só vê o que o paciente escolhe partilhar. A análise só é proposta para os acompanhamentos que ele confirmou, e nada do que o copiloto prepara chega ao paciente sem a sua validação. Antes da análise, os conteúdos do processo são anonimizados: nomes, locais, endereços de e-mail e números de telefone ficam ocultos, e o que o paciente mantém privado não entra.
Num enquadramento regulamentar claro: a IA funciona num alojamento de dados de saúde certificado (HDS, norma francesa) e em conformidade com a HIPAA, como todo o resto do SessionFuel, e os conteúdos do processo são anonimizados antes de cada análise.
Sim: fotografe uma nota manuscrita ou um documento impresso, e a IA extrai o texto da fotografia. Pode corrigi-lo, ele entra no processo e, tal como os outros conteúdos, é anonimizado antes da análise.
Crie a sua conta de profissional, adicione os seus pacientes e atribua o primeiro trabalho de casa em poucos minutos.
+50 000 pacientes acompanhados · 4,7/5 de satisfação · Em conformidade com o RGPD e a HIPAA