O Brief COPE é um instrumento amplamente validado que permite aos clínicos mapear os modos de enfrentamento (coping) adotados perante eventos stressantes…
Perguntas
28
Duração
10 min
Título original
Brief-COPE — Coping Orientation to Problems Experienced
Adaptação
Brief COPE (Versão Portuguesa)
Autores
Carver, C. S.
Criação
1997
O Brief COPE é um instrumento amplamente validado que permite aos clínicos mapear os modos de enfrentamento (coping) adotados perante eventos stressantes severos. Desenvolvido a partir do inventário COPE original, esta versão breve foi desenhada para reduzir a carga de preenchimento imposta ao paciente em avaliação, sem no entanto abdicar da granularidade clínica necessária, avaliando 14 facetas distintas de regulação psicocomportamental.
Na prática psicoterapêutica diária, compreender com exatidão o modo como o paciente reage à adversidade contínua é fundamental para delinear o plano de caso. O inventário não procura encurralar e classificar o coping de forma estritamente dicotómica ou moral, mas sim traçar um perfil descritivo das estratégias predominantes num dado momento temporal. A utilização desta medida estruturada ao longo do acompanhamento fornece ao clínico dados valiosos para alicerçar e guiar o trabalho em torno dos princípios centrais delineados no hexaflex da ACT, alinhando flexibilidade, aceitação profunda e ação comprometida orientada para valores.
Como recurso estritamente descritivo, o Brief COPE apoia e acelera a tomada de consciência do próprio paciente face aos seus padrões automáticos habituais. Ao tornar o repertório de coping esquivo num fenómeno observável e codificado, o clínico pode debater e extrair eixos de progressão robustos, direcionando o tratamento de forma clara para a flexibilização das defesas imaturas e para a redução das emoções não saudáveis retroalimentadas pela esquiva sistémica.
Exemplo de resultado
Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.
O Brief COPE é um questionário de autorrelato de 28 itens que avalia 14 estratégias de coping mobilizadas em resposta a um evento estressor. Versão abreviada do COPE Inventory de Carver, Scheier and Weintraub (1989), distingue estratégias ativas (coping ativo, planejamento, reenquadramento positivo, aceitação, busca de suporte instrumental e emocional), estratégias focadas na emoção (desabafo, humor, religião) e estratégias passivas ou de evitação (negação, desengajamento comportamental, autodistração, uso de substâncias, autoculpabilização). Pode ser administrado em formato disposicional (estilo habitual de coping) ou situacional (em resposta a um evento estressor específico) em adultos.
Estilos de coping — três fatores
Coping focado no problema (elevado = recurso)
Coping focado no problema
832
21
Coping ativo
28
6
Estratégia de coping que consiste em agir diretamente para tentar eliminar, reduzir ou gerir o agente estressor ou os seus efeitos.
Suporte instrumental
28
5
Estratégia de coping que consiste em procurar aconselhamento, ajuda ou informações concretas junto de terceiros.
Planejamento
28
5
Estratégia de coping que consiste em refletir e desenvolver um plano de ação para gerir a situação estressante.
Reenquadramento positivo
28
5
Estratégia de coping que consiste em tentar encarar a situação estressante sob uma perspetiva mais positiva ou encontrar nela um aspeto benéfico (reestruturação positiva).
Coping focado na emoção
Coping focado na emoção
1248
32
Desabafo
28
3
Estratégia de coping que consiste em expressar ativamente os próprios sentimentos e emoções negativas (desabafo emocional).
Suporte emocional
28
3
Estratégia de coping que consiste em procurar conforto, empatia e compreensão junto de terceiros.
Humor
28
8
Estratégia de coping que consiste em recorrer ao humor ou fazer brincadeiras sobre a situação estressante.
Aceitação
28
7
Estratégia de coping que consiste em aceitar a realidade da situação estressante, em particular quando esta não pode ser alterada.
Autoculpabilização
28
5
Estratégia de coping que consiste em criticar-se ou culpar-se a si próprio pela situação estressante (autoculpabilização).
Religião
28
6
Estratégia de coping que consiste em recorrer à religião ou à espiritualidade para encontrar conforto.
Coping de evitamento (elevado = monitorizar)
Coping de evitação
832
17
Autodistração
28
2
Estratégia de coping que consiste em recorrer a outras atividades (trabalho, passatempos) para manter a mente ocupada e pensar menos na situação estressante.
Negação
28
4
Estratégia de coping que consiste em recusar acreditar na realidade da situação estressante.
Uso de substâncias
28
6
Estratégia de coping que envolve o uso de álcool ou de outras substâncias para gerir o stresse ou sentir-se melhor.
Desengajamento comportamental
28
5
Estratégia de coping que consiste em desistir dos esforços para lidar com o agente estressor ou para alcançar um objetivo frustrado por este.
O Brief-COPE não produz uma pontuação total: o perfil é interpretado por estilo. Níveis elevados de coping focado no problema estão associados à resiliência; níveis elevados de coping de evitamento estão associados a piores desfechos psicológicos.
Carver (1997)
Normas francesas Muller & Spitz (2003) — por formato de administraçãoMuller et al. (2003) ↗
Eixo horizontal: pontuação da estratégia, de 2 (resposta "De modo nenhum" a ambos os itens) a 8 (resposta "Sempre" a ambos os itens). Cada ponto colorido representa a média de uma população de referência (passe o cursor sobre um ponto: média ± desvio-padrão); a linha vertical escura representa a pontuação do indivíduo nessa estratégia.
2345678
Coping ativo
6
Planejamento
5
Suporte instrumental
5
Reenquadramento positivo
5
Aceitação
7
Suporte emocional
3
Negação
4
Desabafo
3
Autoculpabilização
5
Humor
8
Religião
6
Autodistração
2
Uso de substâncias
6
Desengajamento comportamental
5
Formato disposicional: forma habitual de lidar com o stresse (Tabela III, n = 934 estudantes universitários, 41% do sexo masculino, idade média 19.7 anos). Formato situacional: lidar com o evento mais estressante nos últimos dois meses (Tabela IV, n = 178 estudantes), com subgrupos de acordo com o controlo situacional percecionado (percecionado como controlável n = 49 / incontrolável n = 129) e a sua trajetória percecionada (favorável n = 87 / desfavorável n = 91). As médias dos dois formatos diferem substancialmente (ex.: humor 4.47 disposicional vs 2.72 situacional): compare uma pontuação com o formato correspondente à administração.
Peça ao seu paciente para fazer este teste
Atribua-o num clique: o seu paciente responde no telemóvel e você recebe a pontuação e a sua interpretação.
O Brief COPE avalia o perfil de enfrentamento sintomático do indivíduo perante fontes disruptivas de stress agudo ou cronicidade adaptativa. Em vez de calcular uma pontuação global opaca, a ferramenta desagrega os fenómenos de coping num conjunto de facetas fundamentais, que podem ser mapeadas visualmente mediante as seguintes categorias clínicas:
Domínio de Coping
Faceta Avaliada
Descrição Clínica
Focado no Problema
Coping Ativo
Esforço direto e mobilização enérgica de recursos para alterar a situação.
Focado no Problema
Planeamento
Reflexão sistemática e estruturação processual dos passos necessários.
Focado no Problema
Suporte Instrumental
Procura ativa de conselhos técnicos, assistência física ou informação.
Focado na Emoção
Suporte Emocional
Orientação verbal para a obtenção de empatia comunitária e conforto moral.
Focado na Emoção
Expressão de Sentimentos
Necessidade central de ventilação emocional e externalização do desconforto.
Focado na Emoção
Religião
Recurso estruturado à fé e a práticas espirituais para apaziguamento.
Adaptação Cognitiva
Réinterpretação Positiva
Capacidade analítica de reenquadrar o evento stressante para extrair aprendizagens.
Adaptação Cognitiva
Aceitação
Reconhecimento franco da realidade da situação e integração pacífica do evento.
Adaptação Cognitiva
Humor
Utilização ativa da ironia situacional para reduzir a carga fóbica e afetiva.
Evitamento ou Fuga
Autodistração
Envolvimento tático em atividades alternativas para desviar a atenção focada.
Evitamento ou Fuga
Negação
Recusa cognitiva profunda em aceitar a validade teórica ou existência do evento.
Evitamento ou Fuga
Autoculpabilização
Tendência rígida para a autocritica punitiva cega e atribuição interna de falha.
Evitamento ou Fuga
Desinvestimento
Abandono do esforço ativo e desistência de tentar resolver o cerne do problema.
Evitamento ou Fuga
Uso de Substâncias
Recurso agudo ou crónico a químicos externos para amortecer o sofrimento latente.
Este instrumento psicométrico destina-se a adultos e jovens adultos inseridos em acompanhamento psicológico estruturado, especialmente sujeitos que enfrentam transições biográficas difíceis e que beneficiam terapeuticamente do reforço analítico da sua própria resiliência adaptativa.
Quando e porquê utilizá-lo
A avaliação sistemática das estratégias de coping ajuda a operacionalizar a intervenção clínica e a calibrar gradualmente o suporte psicoterapêutico ao longo do tempo protocolado. O psicólogo clínico recorre preferencialmente à aplicação desta medida descritiva nas seguintes situações-chave:
Avaliação de linha de base (Intake estruturado): Identifica e enuncia os padrões habituais e cronificados de resposta ao mal-estar, clarificando os gatilhos idiossincráticos subjacentes aos comportamentos automáticos desadaptativos que o paciente transporta passivamente para a terapia.
Monitorização empírica da mudança evolutiva: Permite observar de forma direta a evolução dos traços do perfil clínico após o recurso em consulta a intervenções focadas na regulação emocional e na reconstrução comportamental atenta.
Psicoeducação dialogada em sessão: Oferece um suporte objetivo inestimável para debater os altos custos a longo prazo suportados pela manutenção de estratégias passivas, face aos inegáveis benefícios pragmáticos de respostas ativas integradas numa reestruturação d'as bases da saúde mental do sujeito.
Apoio suplementar ao diagnóstico diferencial de base: Mapeia a presença perigosa de mecanismos de desinvestimento grave ou abuso sistemático de substâncias depressoras que podem agravar substancialmente ou mimetizar quadros clínicos primários de humor.
Uma medição fatorial validada acrescenta precisão indispensável à mera impressão clínica livre, convertendo assim a simples narrativa de uma queixa sintomática numa descrição quantificável e percetivelmente repetível de padrões comportamentais reais.
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As afirmações seguintes descrevem formas de lidar com uma situação stressante. Para cada uma, indique o grau em que utilizou a estratégia descrita face à situação concreta que está a enfrentar:
1. Dediquei-me ao trabalho ou a outras atividades para me distrair.
Avalia a tendência reativa primária para ocupar o espaço mental livre com estímulos comportamentais alheios ao fator principal de stress.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
2. Defini um plano de ação e o segui.
Verifica a proatividade real do paciente na mobilização continuada de energia comportamental direcionada à resolução objetiva do problema agudo.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
3. Disse a mim mesmo que aquilo não era real.
Explora a ativação do mecanismo primário de recusa cognitiva face a realidades fácticas interpretadas como ameaças emocionalmente insuportáveis ao ego.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
4. Consumi álcool ou outras substâncias para me sentir melhor.
Identifica claramente comportamentos nocivos de autoadministração deliberada de substâncias psicoativas para tentar regular quimicamente o afeto desestabilizado.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
5. Procurei apoio emocional de outras pessoas.
Pondera e avalia a dependência momentânea da rede social pessoal não para soluções lógicas, mas sim para profunda validação existencial e empática.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
6. Desisti de tentar resolver a situação.
Sinaliza criticamente uma resposta global de claudicação latente, manifestada pelo abandono dos parcos esforços de regulação externa do sujeito.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
7. Tentei encontrar conforto na minha religião ou em crenças espirituais.
Verifica com neutralidade clínica o recurso protetor à dimensão espiritual transcendente do indivíduo para conseguir suportar o forte impacto psicológico gerado.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
8. Aceitei a realidade da minha nova situação.
Mede isoladamente o grau saudável de validação interna da pertinência do acontecimento adverso, essencial como verdadeiro ponto de partida adaptativo num quadro de resiliência.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
9. Expressei meus sentimentos desagradáveis conversando sobre eles.
Avalia o peso da reatividade emocional puramente explícita e a verbalização imediata catártica da frustração acumulada e retida perante a impossibilidade atual.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
10. Procurei a ajuda e o conselho de outras pessoas.
Reflete a importante e proativa capacidade relacional de solicitar recursos logísticos e perspetivas externas complementares de foro marcadamente pragmático ou analítico.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
11. Tentei ver a situação de uma forma mais positiva.
Examina com precisão o nível de flexibilidade cognitiva basal implicada na arte clínica de conseguir reenquadrar uma ameaça paralisante numa oportunidade ou numa lição útil ao percurso.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
12. Critiquei-me.
Sinaliza prontamente a focalização excessiva e punitiva no julgamento dos alegados defeitos estruturais do paciente, refletindo uma vulnerabilidade latente ligada ao excesso de responsabilidade interna assumida e não filtrada.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
13. Tentei elaborar uma estratégia sobre o que fazer.
Mede o elevado investimento do paciente em planeamento prospetivo a médio prazo e a organização puramente cognitiva e abstrata dos passos defensivos e assertivos a desenvolver face ao foco de ansiedade.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
14. Procurei o apoio e a compreensão de alguém.
Reitera no momento agudo a necessidade basal imperiosa de assegurar a sustentação emocional contentora num outro indivíduo de cariz relacional seguro para evitar o esgotamento total de energia ou isolamento.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
15. Perdi a esperança de conseguir lidar com a situação.
Avalia a grave e total renúncia global aos propósitos basilares anteriores do sujeito, devida ao peso esmagador imposto pela situação persistente, o que indica sem margem para dúvida um colapso crítico no repertório adaptativo em análise.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
16. Levei a situação com humor.
Verifica em pleno decurso processual a eficaz utilização tática do distanciamento cómico estruturado como um rápido amortecedor defensivo do impacto psíquico ou choque emocional da novidade traumática em pauta.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
17. Fiz algo para pensar menos nisso (como ir ao cinema, ver TV, ler, sonhar acordado, dormir ou fazer compras).
Concretiza e pontua de forma explícita as vulgares formas rotineiras de dissipação mental desestruturadas que o sujeito executa no sentido de evitar proativamente a dolorosa mastigação ansiosa ou ruminar contínua em torno de ideias intrusivas agudas.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
18. Expressei os meus sentimentos negativos.
Avalia o peso bruto atríbuido à ventilação sonora verbal ou gestual de intensos estados afetivos primários e dolorosos, sem que a ação em si mesma implique necessariamente ou propicie a sua resolução clínica ou elaboração minimamente construtiva.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
19. Tentei obter conselhos ou ajuda de outras pessoas sobre o que fazer.
Foca de forma estrita e empírica a intensa busca motivacional de modelagem social partilhada, através da qual o doente tenta beneficiar de experiências similares vividas para aceder a caminhos de sobrevivência emocional.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
20. Concentrei os meus esforços para resolver a situação.
Assinala o robusto compromisso pessoal contínuo e diário com a árdua transformação concreta e factual das indesejáveis condições externas criadoras da génese causal do grave e instalado quadro sintomatológico.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
21. Recusei-me a acreditar que aquilo estava acontecendo comigo.
Capta a intensa dissonância introjetada pela não integração do evento adverso, espelhando uma resposta mental que recusa ativamente incluir as mudanças chocantes em processo na narrativa coesa da identidade primária de quem se é.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
22. Consumi álcool ou outras substâncias para me ajudar a superar a situação.
Reitera clinicamente o uso desregulado sistemático e intencional de líquidos inibitórios ou variados entorpecentes psicoativos farmacológicos como meio drástico de procurar suprimir velozmente a crua perceção e o choque da realidade circundante severamente ansiogénica ou assustadora.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
23. Aprendi a viver na minha nova situação.
Sinaliza favoravelmente o visível esforço adaptativo de cariz contínuo e gradual associado ao processo doloroso mas natural de natural acomodação pacífica a uma desvantagem incontornável, revelando ganhos evidentes a longo prazo sobre o impacto inicial do distúrbio.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
24. Planejei os passos a seguir.
Mede o elevado nível de engajamento abstrato da pessoa num elaborado e por vezes interminável processo psíquico marcadamente deliberativo no domínio restrito da hipotética resolução do enorme desafio perante o qual o sujeito permanece, para já, num impasse.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
25. Culpei-me pelas coisas que me aconteceram.
Verifica minuciosamente a severa e corrosiva introjeção interna estrita e desajustada de toda a culpa inerente, combinada com uma notória e indesejável ausência flagrante de qualquer capacidade de relativização sistémica objetiva em relação à fatia justa de responsabilidade que ditou o evento prejudicial.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
26. Procurei os aspectos positivos no que me aconteceu.
Testa no terreno pragmático a corajosa e complexa capacidade superior de proceder à difícil e muito valiosa ativação deliberada forçada de uma inabalável ótica estruturada e reconfortante focada predominantemente nas conquistas colaterais alcançadas.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
27. Rezei ou meditei.
Captura em detalhe o importante e reconfortante nível global de envolvimento contínuo estruturado em profundas disciplinas psíquicas, cerimónias místicas de paz, ou simples práticas contemplativas perante a brutal e desorientadora perceção do aumento severo da total perda do controlo prático.
De modo algum
De vez em quando
Muitas vezes
Sempre
28. Fiz piadas sobre a situação.
Mede explicitamente a rápida e descomplexada aplicação verbal exteriorizada do uso terapêutico ocasional de acutilante ou branda ironia dirigida à adversidade como a principal ou recorrente manobra defensiva psicológica, capaz da salutar e transitória atenuação clínica ou redução pragmática do severo peso mental fóbico envolvido na constelação estressora instalada.