Escala de Dificuldades na Regulação Emocional (EDRE)

A Escala de Dificuldades na Regulação Emocional (EDRE) é uma ferramenta transdiagnóstica validada e essencial para os profissionais de saúde mental.

Escala de Dificuldades na Regulação Emocional (EDRE)
Perguntas
36
Duração
10 min
Título original
DERS-F — Difficulties in Emotion Regulation Scale
Adaptação
Escala de Dificuldades na Regulação Emocional (EDRE)
Autores
Gratz, K. L. & Roemer, L.
Criação
2004

A Escala de Dificuldades na Regulação Emocional (EDRE) é uma ferramenta transdiagnóstica validada e essencial para os profissionais de saúde mental. Baseada na concetualização de Gratz e Roemer (2004), esta medida ultrapassa a simples avaliação do afeto negativo para explorar diretamente os processos subjacentes à desregulação. Permite descortinar de que forma o paciente identifica, vivencia e intervém sobre o seu próprio sofrimento psíquico, sendo particularmente sensível a fenómenos como o julgamento da própria dor e o alheamento face aos sinais do corpo. Num contexto onde trabalhamos clinicamente os fundamentos da saúde mental e das emoções, dispor de uma medida precisa facilita a construção de objetivos terapêuticos direcionados.

Ao diferenciar subtipos de falência regulatória — desde o défice na inibição comportamental até à simples incapacidade de nomear o que se sente —, a EDRE revela-se valiosa tanto na ansiedade como para compreender e regular as emoções no contexto da depressão. Trata-se de uma escala robusta que o clínico pode integrar na sua avaliação de base, proporcionando um mapa pormenorizado do repertório emocional do sujeito e estruturando as fases iniciais da intervenção psicológica.

Exemplo de resultado

Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.

Pontuação global
106/ 180
Um questionário de autorrelato de 36 itens que avalia as dificuldades de regulação emocional em adultos através de seis dimensões: não aceitação de respostas emocionais (NONACCEPT), dificuldades em adotar comportamentos direcionados a objetivos (GOALS), dificuldades no controlo de impulsos (IMPULSE), falta de consciência emocional (AWARENESS), acesso limitado a estratégias de regulação emocional (STRATEGIES) e falta de clareza emocional (CLARITY). Uma ferramenta transdiagnóstica amplamente utilizada para caraterizar a desregulação emocional em perturbações de ansiedade, depressivas, alimentares, de personalidade borderline, aditivas e de stress pós-traumático. A DERS, desenvolvida por Gratz and Roemer, é um instrumento de autorrelato abrangente e amplamente utilizado, concebido para avaliar seis dimensões de dificuldades de regulação emocional, composto por 36 itens (6 a 8 por dimensão).
généralefeminino · estudantes · feminino · 18–55 anos · Estados Unidos · n = 260 · 2004 · Gratz et al. (2004)
36180
106
M = 77.99 ± 20.72
généralemasculino · estudantes · masculino · 18–55 anos · Estados Unidos · n = 97 · 2004 · Gratz et al. (2004)
36180
106
M = 80.66 ± 18.79
cliniquemisto · patologia: Transtornos emocionais · Estados Unidos · n = 427 · 2018 · Hallion et al. (2018)
36180
106
M = 89.33 ± 22.64
cliniquemisto · patologia: Depressão · nível leve · Austrália · n = 145 · 2022 · Burton et al. (2022)
36180
106
M = 89.9 ± 19.03
cliniquemisto · patologia: Depressão · nível moderado · Austrália · n = 197 · 2022 · Burton et al. (2022)
36180
106
M = 101.12 ± 17.89
cliniquemisto · patologia: Depressão · nível grave e superior · Austrália · n = 132 · 2022 · Burton et al. (2022)
36180
106
M = 116.13 ± 17.52
A título informativo
Ponto de corte≥ 84Desregulação emocional clinicamente significativa
Ponto de corte ótimo (índice de Youden) para distinguir participantes deprimidos de não deprimidos.
Burton et al. (2022)Ver o estudo
Pontuação
Soma total e somas das subescalas (itens invertidos recodificados), pontuação total variando de 36 a 180, com cada item pontuado numa escala de 5 pontos (de 1 a 5).
Dificuldades em adotar comportamentos direcionados a objetivos
15/ 25
Dificuldade de concentração e de realização de comportamentos direcionados a objetivos quando perturbado.
itens 13, 18, 20, 26, 33
généralefeminino · estudantes · feminino · Estados Unidos · n = 260 · 2004 · Gratz et al. (2004)
525
15
M = 14.41 ± 4.95
généralemasculino · estudantes · masculino · Estados Unidos · n = 97 · 2004 · Gratz et al. (2004)
525
15
M = 14.34 ± 5.16
cliniquemisto · patologia: Transtornos emocionais · Estados Unidos · n = 427 · 2018 · Hallion et al. (2018)
525
15
M = 15.42 ± 4.215
Falta de clareza emocional
16/ 25
Capacidade de identificar e diferenciar o que se está a sentir.
itens 1, 4, 5, 7, 9
généralefeminino · estudantes · feminino · Estados Unidos · n = 260 · 2004 · Gratz et al. (2004)
525
16
M = 10.61 ± 3.8
généralemasculino · estudantes · masculino · Estados Unidos · n = 97 · 2004 · Gratz et al. (2004)
525
16
M = 10.74 ± 3.67
cliniquemisto · patologia: Transtornos emocionais · Estados Unidos · n = 427 · 2018 · Hallion et al. (2018)
525
16
M = 12.01 ± 4.04
Dificuldades no controlo de impulsos
19/ 30
Dificuldade em manter o controlo comportamental na vivência de sofrimento.
itens 3, 14, 19, 24, 27, 32
généralefeminino · estudantes · feminino · Estados Unidos · n = 260 · 2004 · Gratz et al. (2004)
630
19
M = 10.82 ± 4.41
généralemasculino · estudantes · masculino · Estados Unidos · n = 97 · 2004 · Gratz et al. (2004)
630
19
M = 11.55 ± 4.59
cliniquemisto · patologia: Transtornos emocionais · Estados Unidos · n = 427 · 2018 · Hallion et al. (2018)
630
19
M = 12.58 ± 4.97
Falta de consciência emocional
17/ 30
Grau de atenção prestada e de reconhecimento das próprias emoções.
itens 2, 6, 8, 10, 17, 34
généralefeminino · estudantes · feminino · Estados Unidos · n = 260 · 2004 · Gratz et al. (2004)
630
17
M = 14.34 ± 4.6
généralemasculino · estudantes · masculino · Estados Unidos · n = 97 · 2004 · Gratz et al. (2004)
630
17
M = 16.26 ± 4.61
cliniquemisto · patologia: Transtornos emocionais · Estados Unidos · n = 427 · 2018 · Hallion et al. (2018)
630
17
M = 15.55 ± 4.92
Não aceitação de respostas emocionais
16/ 30
Tendência a reagir às próprias emoções negativas com vergonha, culpa ou irritação.
itens 11, 12, 21, 23, 25, 29
généralefeminino · estudantes · feminino · Estados Unidos · n = 260 · 2004 · Gratz et al. (2004)
630
16
M = 11.65 ± 4.72
généralemasculino · estudantes · masculino · Estados Unidos · n = 97 · 2004 · Gratz et al. (2004)
630
16
M = 11.55 ± 4.2
cliniquemisto · patologia: Transtornos emocionais · Estados Unidos · n = 427 · 2018 · Hallion et al. (2018)
630
16
M = 14.67 ± 5.92
Acesso limitado a estratégias de regulação emocional
23/ 40
Crença de que existem poucas estratégias eficazes para atenuar as emoções negativas.
itens 15, 16, 22, 28, 30, 31, 35, 36
généralefeminino · estudantes · feminino · Estados Unidos · n = 260 · 2004 · Gratz et al. (2004)
840
23
M = 16.16 ± 6.19
généralemasculino · estudantes · masculino · Estados Unidos · n = 97 · 2004 · Gratz et al. (2004)
840
23
M = 16.23 ± 6.26
cliniquemisto · patologia: Transtornos emocionais · Estados Unidos · n = 427 · 2018 · Hallion et al. (2018)
840
23
M = 19.67 ± 7.31

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O que o teste mede

A EDRE quantifica a desregulação emocional desconstruindo-a em seis processos nucleares, focados essencialmente no comportamento do indivíduo perante a experiência de afeto negativo intenso. Esta estrutura multidimensional capta as estratégias que interferem com a adaptação psicossocial.

  • Não Aceitação: A tendência para experienciar reações secundárias negativas, como culpa, raiva ou vergonha face à própria experiência emocional aversiva.
  • Objetivos: A interferência da emoção negativa na capacidade do paciente para se manter focado e desempenhar tarefas do dia a dia.
  • Impulsos: O grau de dificuldade em manter o controlo do comportamento quando emocionalmente ativado, frequentemente conduzindo a respostas desreguladas.
  • Consciência: A capacidade de direcionar a atenção para os próprios estados afetivos e a tendência geral de reconhecimento emocional.
  • Estratégias: A perceção subjetiva de eficácia nas próprias táticas de alívio e a confiança na capacidade de modificar o ciclo emoção-comportamento.
  • Clareza: O grau em que a pessoa consegue discriminar, identificar e dar sentido exato às emoções que vivencia.

O instrumento destina-se a adultos da população geral e clínica, avaliando traços de regulação num plano eminentemente transdiagnóstico.

Quando e porquê utilizá-lo

A EDRE é frequentemente utilizada pelo clínico para operacionalizar metas de psicoterapia focada na regulação afetiva, justificando a sua utilidade em vários momentos da intervenção psicológica.

  • Avaliação inicial: Permite mapear precocemente o repertório do paciente, identificando se a dificuldade reside mais na falha de clareza afetiva ou na rejeição punitiva daquilo que se sente.
  • Monitorização de progresso: A repetição do instrumento documenta a aquisição de recursos terapêuticos e o decréscimo efetivo da hiper-reatividade emocional ao longo das sessões.
  • Diagnóstico diferencial e concetualização: Ajuda a situar o sofrimento num contexto de evitação ou comportamentos de controlo automático, em contraste com meras manifestações sintomáticas.
  • Planeamento focado na tolerância: Os perfis de baixa gestão de impulsos orientam a necessidade imediata de promover a tolerância ao pico de ativação em sessão.

O recurso a esta escala fornece uma base estruturada e quantificável que refina a intuição clínica, clarificando e provando os processos exatos que impedem o paciente de tolerar o mal-estar de forma sustentável.

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As perguntas

  1. A EDRE é uma escala que permite avaliar até que ponto presta atenção às suas emoções na vida quotidiana, em que medida utiliza as informações que elas lhe transmitem e como reage de forma geral. Responda a todas as perguntas escolhendo sempre uma única resposta por afirmação, de acordo com o que lhe corresponde: quase nunca, algumas vezes, metade das vezes, a maioria das vezes ou quase sempre.
    1. Compreendo bem os meus sentimentos
    Avalia a perceção e nitidez da experiência afetiva no dia a dia.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  2. 2. Presto atenção ao que sinto
    Explora a tendência natural para direcionar a atenção para os próprios estados internos.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  3. 3. As experiências emocionais me sobrecarregam e são incontroláveis
    Afere a suscetibilidade à inundação emocional e a perceção de desorganização.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  4. 4. Não tenho ideia de como me sinto
    Deteta dificuldades de alexitimia ou de alheamento face à vivência afetiva.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  5. 5. Tenho dificuldade em dar sentido aos meus sentimentos
    Analisa a capacidade de descodificar e dar significado aos sinais emocionais.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  6. 6. Presto atenção aos meus sentimentos
    Observa a vigilância e a abertura à receção de informação emocional.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  7. 7. Sei exatamente como me sinto
    Foca a precisão e a confiança na identificação das próprias emoções.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  8. 8. Estou atento(a) ao que sinto
    Mede o grau de curiosidade ou interesse introspetivo pelo próprio estado afetivo.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  9. 9. Fico confuso(a) com o que sinto
    Identifica estados de ambivalência ou confusão na rotulagem da emoção.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  10. 10. Quando estou chateado(a), levo em conta essa emoção
    Afere a capacidade de manter a consciência afetiva mesmo perante ativação negativa.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  11. 11. Quando estou chateado(a), o fato de sentir tal emoção me deixa com raiva de mim mesmo(a)
    Avalia reações secundárias de hostilidade dirigida ao self pela emoção sentida.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  12. 12. Quando estou chateado(a), sinto-me envergonhado(a) por sentir tal emoção
    Deteta a presença de emoções sociais negativas, como o embaraço, perante a vulnerabilidade.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  13. 13. Quando estou chateado(a), tenho dificuldade em terminar um trabalho
    Foca a interferência da emoção na continuidade do desempenho ocupacional.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  14. 14. Quando estou chateado(a), perco o controle
    Explora a sensação subjetiva de perda de autodomínio perante emoções dolorosas.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  15. 15. Quando estou chateado(a), acredito que vou ficar assim por muito tempo
    Avalia o viés de permanência e a catastrofização sobre a duração do estado afetivo.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  16. 16. Quando estou chateado(a), acredito que logo me sentirei muito deprimido(a)
    Mede a antecipação pessimista de deterioração acentuada do estado de humor.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  17. 17. Quando estou chateado(a), acredito que meus sentimentos são válidos e importantes
    Afere a capacidade de validação interna e aceitação da legitimidade emocional.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  18. 18. Quando estou chateado(a), tenho dificuldade em me concentrar em outras coisas
    Analisa o grau de sequestro atencional provocado pela ativação emocional negativa.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  19. 19. Quando estou chateado(a), sinto-me fora de controle
    Observa a perceção de incapacidade global de gerir as próprias reações.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  20. 20. Quando estou chateado(a), consigo continuar a fazer as coisas
    Mede a preservação da funcionalidade e da persistência sob pressão emocional.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  21. 21. Quando estou chateado(a), tenho vergonha de sentir tal emoção
    Avalia o estigma internalizado e a vergonha sentida pela própria reatividade emocional.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  22. 22. Quando estou chateado(a), sei que consigo encontrar uma maneira de finalmente me sentir melhor
    Deteta a presença de autoeficácia e de esperança na recuperação do equilíbrio emocional.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  23. 23. Quando estou chateado(a), sinto-me impotente
    Explora a autodesvalorização e a perceção de fragilidade desencadeadas pela emoção aversiva.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  24. 24. Quando estou chateado(a), sinto que consigo manter o controle dos meus comportamentos
    Mede a confiança na capacidade de inibição comportamental perante uma ativação intensa.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  25. 25. Quando estou chateado(a), sinto-me culpado(a) por sentir tal emoção
    Identifica sentimentos de culpa excessiva por experienciar estados afetivos difíceis.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  26. 26. Quando estou chateado(a), tenho dificuldade em me concentrar
    Avalia de que modo a desregulação se sobrepõe às funções executivas e à concentração.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  27. 27. Quando estou chateado(a), tenho dificuldade em controlar meu comportamento
    Foca o prejuízo na inibição de condutas disruptivas em contextos de forte mal-estar.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  28. 28. Quando estou chateado(a), acredito que não há nada que eu possa fazer para me sentir melhor
    Analisa o sentimento subjetivo de impotência e a falta de recursos de regulação internalizados.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  29. 29. Quando estou chateado(a), me culpo por sentir tal emoção
    Mede a reatividade e a raiva internalizada pela experiência de sofrimento inevitável.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  30. 30. Quando estou chateado(a), me sinto muito mal
    Explora a deterioração transitória da autoimagem em resposta à experiência de emoções negativas.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  31. 31. Quando estou chateado(a), penso que me entregar a essa chateação é a única coisa a fazer
    Avalia a tendência para a ruminação passiva e a resignação face à dor emocional.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  32. 32. Quando estou chateado(a), perco o controle dos meus comportamentos
    Afere a materialização de comportamentos desadaptativos originada por falha severa de controlo inibitório.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  33. 33. Quando estou chateado(a), tenho dificuldade em pensar em outra coisa
    Analisa a fixação cognitiva, a ausência de flexibilidade e a rigidez atencional focada no afeto.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  34. 34. Quando estou chateado(a), tiro um tempo para descobrir o que realmente sinto
    Mede o investimento deliberado e consciente no processamento da emoção aversiva.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  35. 35. Quando estou chateado(a), leva tempo até eu me sentir melhor
    Observa a latência de recuperação homeostática e a inércia do estado emocional doloroso.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
  36. 36. Quando estou chateado(a), minhas emoções me dominam
    Avalia a perceção global de submissão e o esmagamento das defesas perante a intensidade emocional.
    • Quase nunca
    • Às vezes
    • Metade do tempo
    • Na maior parte do tempo
    • Quase sempre
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