Escala de Ansiedade Social de Liebowitz

A Escala de Ansiedade Social de Liebowitz (LSAS) é o instrumento de referência na avaliação clínica do transtorno de ansiedade social (fobia social).

Escala de Ansiedade Social de Liebowitz
Perguntas
48
Duração
15 min
Título original
LSAS — Liebowitz Social Anxiety Scale
Adaptação
Escala de Ansiedade Social de Liebowitz
Autores
Liebowitz, M. R.
Criação
1987

A Escala de Ansiedade Social de Liebowitz (LSAS) é o instrumento de referência na avaliação clínica do transtorno de ansiedade social (fobia social). Desenvolvida por Michael Liebowitz, a escala permite mapear pormenorizadamente a reatividade do paciente perante um espetro amplo de estímulos sociais. O seu enorme valor clínico reside na capacidade de dissociar duas dimensões fundamentais e complementares do quadro patológico: a intensidade da perturbação subjetiva (medo ou ansiedade) e o correspondente grau de restrição comportamental (evitação).

Validada transculturalmente e amplamente reconhecida, a LSAS revela-se indispensável tanto na avaliação psicopatológica inicial como na calibração contínua do processo terapêutico. A aplicação iterativa da escala possibilita a objetivação dos ganhos terapêuticos, oferecendo uma métrica fidedigna da evolução. Frequentemente, os dados recolhidos servem de alicerce para a exploração de crenças subjacentes, apoiando a implementação do Ansiedade Social: Programa Psicoeducativo para Relações, moldando a intervenção às dificuldades concretas do caso.

Ao discriminar entre contextos genéricos de interação e situações formais de desempenho, o instrumento identifica os focos centrais que sustentam a evitação. Esta arquitetura apoia o clínico a delinear tarefas de dessensibilização seguras, facilitando a construção gradual de uma Lista de Exposições: Exercício Clínico para Ansiedade que visa interromper de forma estruturada o ciclo de reatividade fóbica.

Exemplo de resultado

Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.

Pontuação global
72/ 144
Escala concebida para medir a intensidade do medo/ansiedade e a frequência da evitação em 24 situações sociais e de desempenho características do transtorno de ansiedade social (fobia social). Cada situação é avaliada em duas dimensões distintas: medo (0 a 3) e evitação (0 a 3). Originalmente desenvolvida como uma avaliação administrada pelo clínico, é também validada como uma medida de autorrelato (LSAS-SR). Constitui o padrão-ouro internacional em ensaios clínicos e terapêuticos sobre fobia social, permitindo a avaliação da gravidade basal e a monitorização da resposta ao tratamento.
0–29
Ansiedade social ausente ou mínima
30–49
Leve
50–64
Moderada
65–79
Acentuada
72
80–94
Grave
95–144
Muito grave
Ansiedade social marcada (65-79). Para referência, o ponto de corte ROC de 60 que distingue o subtipo generalizado (manual da LSAS) já é ultrapassado nesta faixa.
Pontuação
Soma (pontuação total = medo + evitação; subpontuações possíveis por dimensão e por subescala), pontuação total de 0 a 144, cada item é avaliado numa escala de 4 pontos (de 0 a 3).
Medo / ansiedade de interação social
10/ 33
Medo experienciado em situações de interação social.
itens 9, 13, 19, 21, 23, 29, 35, 37, 43, 45, 47
10
033
Medo / ansiedade de desempenho
14/ 39
Medo experienciado em situações de desempenho diante de outros.
itens 1, 3, 5, 7, 11, 15, 17, 25, 27, 31, 33, 39, 41
14
039
Evitação de interações sociais
21/ 33
Frequência de evitação de situações de interação social.
itens 10, 14, 20, 22, 24, 30, 36, 38, 44, 46, 48
21
033
Evitação de situações de desempenho
27/ 39
Frequência de evitação de situações de desempenho.
itens 2, 4, 6, 8, 12, 16, 18, 26, 28, 32, 34, 40, 42
27
039

Peça ao seu paciente para fazer este teste

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Atribuir este teste a um paciente

O que o teste mede

A LSAS avalia a sintomatologia associada à fobia social através do escrutínio de 24 cenários sociais comuns, desdobrando a vulnerabilidade do paciente em duas dimensões (emoção e ação) e dois subtipos de stressores (desempenho e interação). Este desenho gera um retrato incisivo dos défices presentes:

  • Medo/Ansiedade: A intensidade do sofrimento fisiológico e emocional imediato ou antecipatório desencadeado pelo contacto com o ambiente social temido.
  • Evitação: A cadência com que o paciente adota estratégias de fuga ou segurança para não confrontar os estímulos geradores de ansiedade, padrão central frequentemente desafiado ao trabalhar os Comportamentos Automáticos: Programa Psicoeducativo Clínico.
  • Desempenho: A reatividade perante cenários onde a pessoa percebe que o seu comportamento pode ser avaliado, escrutinado ou objeto de crítica (por exemplo, falar num grupo, ser observado a trabalhar).
  • Interação interpessoal: O grau de inibição em contextos não estruturados que implicam troca recíproca ou espontânea (por exemplo, festas, diálogos com desconhecidos).

O teste adequa-se a adultos e adolescentes com indícios fóbicos ou diagnóstico estabelecido de perturbação de ansiedade social, aplicando-se de forma robusta em consultas de especialidade ou gabinetes de primeira linha.

Quando e porquê utilizá-lo

O clínico introduz a escala em múltiplas etapas do percurso de intervenção com o duplo intuito de balizar o impacto da ansiedade e traçar objetivos viáveis, traduzindo o relato descritivo do paciente em dados sistemáticos. A sua aplicação revela utilidade em fases cruciais da relação terapêutica:

  • Diagnóstico diferencial e aferição base: Permite delimitar a gravidade inicial da inibição social no acolhimento, separando-a de outros eixos ansiosos e apoiando o trabalho subsequente com o recurso Minha Ansiedade: Exercício Clínico para Trabalhar em Sessão.
  • Planeamento de focos psicoterapêuticos: Explicita clinicamente se a limitação reside maioritariamente no desempenho público ou na interação diária íntima, estruturando a hierarquia das intervenções.
  • Monitorização da evolução e eficácia: Clarifica os ganhos parciais obtidos (sobretudo quando o medo persiste mas a evitação cede) complementando o Exercício Fazer o Balanço: Monitorizar a Ansiedade em Sessão.
  • Mapeamento de vulnerabilidades residuais: Identifica na fase de alta as constrições secundárias que ainda carecem de abordagem construtiva, aliando-se a intervenções de fundo como em Ansiedade e Crenças Limitantes: Programa Psicoeducativo.

A obtenção de uma pontuação validada protege contra a subjetividade de uma simples impressão clínica global, assegurando o reconhecimento de melhorias progressivas ao nível da habituação que o próprio paciente frequentemente desvaloriza.

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As perguntas

  1. Para cada uma das 24 situações seguintes, indique, por um lado, a intensidade do medo ou da ansiedade que sente (ou sentiria) nessa situação e, por outro lado, a frequência com que evita essa situação, durante a última semana. Se não foi confrontado(a) com uma determinada situação, imagine qual seria a sua reação caso fosse confrontado(a) com a mesma.
    1. Telefonar em público — Medo / ansiedade
    Avalia a apreensão perante a utilização da própria voz num espaço que permite a audição por terceiros.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  2. 2. Telefonar em público — Evitação
    Afere o comportamento de fuga relacionado com a necessidade de realizar chamadas no exterior.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  3. 3. Participar num grupo pequeno — Medo / ansiedade
    Avalia a reatividade a interações colaborativas de grande proximidade.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  4. 4. Participar num grupo pequeno — Evitação
    Afere o afastamento sistemático das dinâmicas de conversação em minoria.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  5. 5. Comer num local público — Medo / ansiedade
    Avalia o desconforto induzido pela perceção de escrutínio durante a rotina da alimentação.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  6. 6. Comer num local público — Evitação
    Afere o nível de restrição associado ao ato de consumo nutritivo fora da privacidade.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  7. 7. Beber com outras pessoas num local público — Medo / ansiedade
    Avalia a ansiedade ligada a atos triviais de confraternização envolvendo bebidas.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  8. 8. Beber com outras pessoas num local público — Evitação
    Mede a esquiva a contextos lúdicos que envolvam partilhar líquidos em cafés ou bares.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  9. 9. Falar com pessoas em posição de autoridade — Medo / ansiedade
    Avalia o medo de avaliação focado em interações verticais ou assimétricas.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  10. 10. Falar com pessoas em posição de autoridade — Evitação
    Afere a rejeição ativa de diálogos com professores, superiores hierárquicos ou forças de autoridade.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  11. 11. Atuar, fazer uma apresentação ou dar uma palestra em público — Medo / ansiedade
    Avalia a intensidade da resposta num evento formal puro de exposição aos olhares da assistência.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  12. 12. Atuar, fazer uma apresentação ou dar uma palestra em público — Evitação
    Mede a evitação categórica de exposições em plenos palcos, palanques ou frentes de sala.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  13. 13. Ir a uma festa — Medo / ansiedade
    Avalia o grau de tensão num ambiente social difuso, sem guião pré-estabelecido.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  14. 14. Ir a uma festa — Evitação
    Mede a frequência de recusas e invenção de constrangimentos para falhar festividades ou convívios.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  15. 15. Trabalhar enquanto se é observado(a) — Medo / ansiedade
    Avalia a sensibilidade ao escrutínio visual enquanto o indivíduo executa o seu trabalho diário.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  16. 16. Trabalhar enquanto se é observado(a) — Evitação
    Afere a dissimulação e restrição no fluxo do trabalho provocadas pela tentativa de escapar aos observadores.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  17. 17. Escrever enquanto se é observado(a) — Medo / ansiedade
    Avalia a interferência ansiosa numa atividade de motricidade fina onde a tensão corporal se pode denunciar.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  18. 18. Escrever enquanto se é observado(a) — Evitação
    Mede o adiamento crónico do registo gráfico perante terceiros devido a antecipações catastróficas.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  19. 19. Contactar por telefone alguém que não conheces muito bem — Medo / ansiedade
    Avalia o constrangimento num formato de interação impessoal onde há reduzido controlo paralinguístico.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  20. 20. Contactar por telefone alguém que não conheces muito bem — Evitação
    Afere a evitação de abordagens auditivas e a recusa da proatividade verbal para ligações menos próximas.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  21. 21. Falar com pessoas que não conheces muito bem — Medo / ansiedade
    Avalia a tensão basal suscitada por falta de familiaridade protetora com o recetor da mensagem.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  22. 22. Falar com pessoas que não conheces muito bem — Evitação
    Mede a propensão do indivíduo para atalhar ou contornar as redes secundárias de contactos.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  23. 23. Conhecer estranhos — Medo / ansiedade
    Avalia o limiar do disparo fóbico perante os momentos iniciais de expansão da esfera relacional.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  24. 24. Conhecer estranhos — Evitação
    Mede a rigidez da rede limitante criada pela impossibilidade e recusa de novos contactos interpessoais.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  25. 25. Urinar em casas de banho públicas — Medo / ansiedade
    Avalia clinicamente a ocorrência secundária de sintomas retentivos urinários enquadrados pela fobia (parurese).
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  26. 26. Urinar em casas de banho públicas — Evitação
    Afere o nível de restrição urinária que limita as opções de mobilidade e viagem no plano comportamental.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  27. 27. Entrar numa sala onde todos já estão sentados — Medo / ansiedade
    Avalia a hipervigilância associada ao choque visual de monopolizar a perceção de um grupo estático.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  28. 28. Entrar numa sala onde todos já estão sentados — Evitação
    Mede os comportamentos erráticos como recuos, desistências ou chegadas forçadas que visam fugir a este foco.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  29. 29. Ser o centro das atenções — Medo / ansiedade
    Avalia a reatividade autónoma face a qualquer evento situacional que fixe no indivíduo o olhar da generalidade.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  30. 30. Ser o centro das atenções — Evitação
    Afere as posturas de submissão, fuga e apagamento utilizadas permanentemente para contornar atenções.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  31. 31. Falar numa reunião — Medo / ansiedade
    Avalia a resposta fóbica induzida pela responsabilidade partilhada num ambiente organizativo ou comunitário.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  32. 32. Falar numa reunião — Evitação
    Mede o isolacionismo intelectual que priva o indivíduo de verbalizar contribuições em mesa de trabalho.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  33. 33. Fazer um exame — Medo / ansiedade
    Avalia o peso da fobia em momentos formais e estruturados de avaliação de performance real.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  34. 34. Fazer um exame — Evitação
    Afere o esvaziamento drástico da prossecução académica ou de progressão na carreira por força da ansiedade.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  35. 35. Expressar desacordo ou desaprovação a pessoas que não conheces muito bem — Medo / ansiedade
    Avalia a catastrofização que resulta na incapacidade de suportar ruturas e assimetrias de pensamento.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  36. 36. Expressar desacordo ou desaprovação a pessoas que não conheces muito bem — Evitação
    Mede o nível patológico de anuência complacente utilizado para neutralizar perigos imaginários no momento.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  37. 37. Olhar nos olhos de pessoas que não conheces muito bem — Medo / ansiedade
    Avalia o estado de perigo primitivo lido a partir do mais relevante sinal de vinculação (ocular).
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  38. 38. Olhar nos olhos de pessoas que não conheces muito bem — Evitação
    Mede os gestos defensivos contínuos e o desvio do eixo visual mantido na regulação da ativação límbica.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  39. 39. Fazer uma apresentação ou um relatório perante um grupo — Medo / ansiedade
    Avalia as crenças de falha focadas em domínios de transmissão da mensagem num papel liderante.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  40. 40. Fazer uma apresentação ou um relatório perante um grupo — Evitação
    Afere os recuos deliberados frente a responsabilidades ou oportunidades corporativas em função da esquiva.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  41. 41. Tentar 'flertar' com alguém — Medo / ansiedade
    Avalia o embaraço, o receio da avaliação extrema e a humilhação ligada à investida íntima.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  42. 42. Tentar 'flertar' com alguém — Evitação
    Mede a paralisia perante a hipótese romântica e o abandono persistente do acesso a vínculos de casal.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  43. 43. Devolver artigos numa loja para ser reembolsado(a) — Medo / ansiedade
    Avalia o mal-estar subjacente à recuperação legítima de direitos perante estranhos focados no negócio.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  44. 44. Devolver artigos numa loja para ser reembolsado(a) — Evitação
    Afere a preferência crónica por arcar com a desvantagem material em favor do encerramento rápido da interação.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  45. 45. Dar uma festa / receber pessoas em tua casa — Medo / ansiedade
    Avalia o grau do stress provocado pela centralidade assumida no papel de organizador recetor.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  46. 46. Dar uma festa / receber pessoas em tua casa — Evitação
    Mede a recusa frontal de protagonizar qualquer encontro onde tenha o dever percebido de gerir o bem-estar dos outros.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
  47. 47. Resistir à pressão de um vendedor insistente — Medo / ansiedade
    Avalia o défice expressivo que compromete o indivíduo aquando do esbatimento de limites e coerção leve do outro.
    • Nenhum medo / ansiedade
    • Medo / ansiedade ligeiro(a)
    • Medo / ansiedade moderado(a)
    • Medo / ansiedade grave
  48. 48. Resistir à pressão de um vendedor insistente — Evitação
    Mede a aceitação incondicional de imposições ou a precipitação de negociações prejudiciais como única válvula de escape.
    • Nunca (0%)
    • Ocasionalmente (1 a 33%)
    • Frequentemente (34 a 66%)
    • Habitualmente (67 a 100%)
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