Escala Revista de Ansiedade e Depressão para Crianças - Versão para Pais

A Escala Revista de Ansiedade e Depressão para Crianças – Versão para Pais (RCADS-P) é um instrumento de heterorrelato clinicamente reconhecido, concebido…

Escala Revista de Ansiedade e Depressão para Crianças - Versão para Pais
Perguntas
47
Duração
10 min
Título original
Revised Child Anxiety and Depression Scale - Parent Version
Adaptação
Escala Revista de Ansiedade e Depressão para Crianças - Versão para Pais
Autores
Bruce F. Chorpita
Criação
2003

A Escala Revista de Ansiedade e Depressão para Crianças – Versão para Pais (RCADS-P) é um instrumento de heterorrelato clinicamente reconhecido, concebido para mapear o perfil sintomatológico de jovens e adolescentes. Na prática clínica, obter o ponto de vista do cuidador é fundamental, uma vez que as crianças podem ter dificuldade em verbalizar e quantificar estados internos complexos. Dispor de uma base observacional rigorosa permite ao clínico articular as bases da saúde mental do paciente com a dinâmica e o contexto familiar envolvente.

Este questionário avalia seis domínios essenciais — estreitamente alinhados com os critérios do DSM — permitindo distinguir um quadro restrito de ansiedade perante a avaliação social, de um estado depressivo ou de um quadro marcado por somatizações agudas. Ao utilizar a RCADS-P, o profissional não apenas recolhe dados fundamentais para o planeamento terapêutico, mas também intervém junto do cuidador, ajudando-o a tornar-se um observador mais atento, diferenciado e objetivo face às manifestações de ansiedade e humor do seu filho.

Exemplo de resultado

Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.

Pontuação global
69/ 141
O RCADS-P é um questionário de 47 itens preenchido pelos pais (ou cuidador) para avaliar a frequência de sintomas ansiosos e depressivos em uma criança ou adolescente (geralmente com idades entre 8 e 18 anos), de acordo com os critérios do DSM. Avalia seis dimensões: ansiedade de separação, transtorno de ansiedade generalizada, fobia social, transtorno de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno depressivo maior.
69
0141
Pontuação
Soma por subescala, pontuação total de 0 a 141, cada item é pontuado em uma escala de 4 pontos (de 0 a 3).
Interpretação oficial por sexo e ano escolar (UCLA)
Sexo
Ano escolar
Pontuação total (ansiedade + depressão)69 / 141limiar clínico atingido
04349141
Ansiedade total56 / 111limiar clínico atingido
03742111
Transtorno de Ansiedade de Separação2 / 21dentro da norma
091121
Transtorno de Ansiedade Generalizada5 / 18dentro da norma
091018
Fobia Social21 / 27limiar clínico atingido
0151727
Transtorno de Pânico16 / 27limiar clínico atingido
05627
Transtorno Obsessivo-Compulsivo12 / 18limiar clínico atingido
06718
Transtorno Depressivo Maior13 / 30limiar clínico atingido
081030
As áreas sombreadas para cada escala são expressas em pontuações brutas: para o sexo e ano escolar selecionados, a zona âmbar começa na primeira pontuação bruta que atinge um escore T de 65 nas tabelas de conversão oficiais da UCLA (faixa limítrofe clínica segundo os autores, aproximadamente os 7% superiores de jovens não encaminhados clinicamente) e a zona rosa na primeira pontuação bruta que atinge um escore T de 70 (limiar clínico, aproximadamente os 2% superiores). O escore T (média 50, desvio-padrão 10 no grupo de referência do mesmo sexo e ano escolar) é utilizado apenas para derivar esses intervalos — a leitura da tabela é direta, nunca interpolada.
RCADS (2023)Ver o estudo· T 65/70 : Chorpita et al. (2021)Ver o estudo

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O que o teste mede

A RCADS-P estrutura a avaliação em seis escalas distintas e um índice global, cobrindo o largo espetro da sintomatologia emocional infantil e juvenil:

  • Transtorno de Ansiedade de Separação (SAD): rastreia o medo excessivo ou preocupação clínica com o afastamento das figuras centrais de vinculação.
  • Transtorno de Ansiedade Generalizada (GAD): avalia o excesso de apreensão sobre diversas esferas do quotidiano e a previsão catastrófica em relação a eventos imprevistos ou cenários de desempenho.
  • Fobia Social (SP): foca-se no medo de rejeição e no evitamento perante situações sociais interpessoais ou perante o risco de exposição sob o escrutínio de terceiros.
  • Transtorno de Pânico (PD): quantifica os sintomas somáticos abruptos, inexplicáveis e inesperados associados à ansiedade aguda, como palpitações, tremores ou sensação súbita de falta de ar.
  • Transtorno Obsessivo-Compulsivo (OCD): mede a presença de pensamentos intrusivos assustadores, bem como os rituais ou comportamentos automáticos utilizados compulsivamente para tentar mitigar a ansiedade.
  • Transtorno Depressivo Major (MDD): identifica sintomas fundamentais da depressão, como a tristeza prevalente, a anedonia e a perda de energia global que interferem na rotina e podem implicar a introdução sistemática de um balanço semanal para inverter o ciclo letárgico.

Este instrumento destina-se, sob a perspetiva parental, a mapear a apresentação clínica em crianças e adolescentes tipicamente entre os 8 e os 18 anos.

Quando e porquê utilizá-lo

A administração sistemática da versão para os cuidadores revela-se altamente profícua em múltiplos momentos do percurso psicoterapêutico:

  • Avaliação inicial (Intake): fornece um enquadramento descritivo sólido sobre a frequência e o tipo de manifestações emocionais do paciente sob a ótica da sua família.
  • Triagem multidimensional: ajuda a clarificar e diferenciar que componente do largo espetro de internalização é a mais severa quando a queixa trazida pelos pais é demasiado vaga ou ampla.
  • Monitorização da evolução clínica: permite quantificar objetivamente o progresso terapêutico, aferindo em que medida a luta do paciente contra a ansiedade já produz resultados notórios no seu meio sociofamiliar ao longo das sessões.
  • Contraste de perspetivas: é frequentemente administrada em conjunto com o autorrelato, detetando lacunas descritivas (por exemplo, episódios severos de evitamento comportamental que o jovem desvaloriza ou tenta esconder).

Dispor desta medida assegura que a impressão clínica transversal se apoia em dados comparáveis e rigorosos, organizando o foco da intervenção perante um relato fragmentado da patologia por parte do agregado familiar.

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As perguntas

  1. Com que frequência cada uma destas situações acontece ao seu filho? 1. Responda aos itens em função do último mês ou do tempo decorrido desde a última consulta do seu filho. 2. Utilize a escala situada no topo da tabela. 3. Responda a cada um dos itens assinalando a quadrícula que melhor corresponde à situação do seu filho.
    1. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se com várias coisas.
    Avalia a presença de uma preocupação difusa e não específica, típica da ansiedade generalizada.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  2. 2. O(a) meu(minha) filho(a) sente-se triste ou vazio(a).
    Capta o afeto depressivo central através da observação de humor disfórico ou de apatia profunda.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  3. 3. Quando o(a) meu(minha) filho(a) tem um problema, sente uma sensação estranha no estômago.
    Verifica a manifestação somática gastrointestinal em resposta a situações de adversidade ou stresse situacional.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  4. 4. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se quando acha que não fez algo bem feito.
    Mede a apreensão ligada à autocrítica e ao medo de errar ou falhar perante uma tarefa.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  5. 5. O(a) meu(minha) filho(a) tem medo de ficar sozinho(a) em casa.
    Identifica o receio associado à ausência física de uma figura protetora familiar no ambiente doméstico.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  6. 6. O(a) meu(minha) filho(a) já não se diverte com nada.
    Examina a presença notória de anedonia através da perda generalizada de interesse e prazer pelas atividades habituais.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  7. 7. O(a) meu(minha) filho(a) sente medo quando faz um teste.
    Explora o nível de stresse agudo, tensão e antecipação de falha associados aos contextos de avaliação escolar.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  8. 8. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se quando pensa que alguém está zangado(a) consigo.
    Avalia a extrema sensibilidade interpessoal face a potenciais conflitos e ao medo de rejeição pelos outros.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  9. 9. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se com a ideia de estar longe de mim.
    Foca-se na reatividade e ansiedade desencadeada pelo simples pensamento da distância face ao principal cuidador.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  10. 10. O(a) meu(minha) filho(a) é atormentado(a) por pensamentos ou imagens más ou ridículas.
    Identifica a suscetibilidade a experienciar imagens mentais intrusivas e perturbadoras, características do espetro obsessivo.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  11. 11. O(a) meu(minha) filho(a) tem dificuldade em dormir.
    Verifica se a preocupação ansiosa ou a perturbação de humor apresenta repercussões visíveis na conciliação ou manutenção do sono.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  12. 12. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se em fazer mal os trabalhos da escola.
    Investiga a vulnerabilidade à crítica, sinalizando uma constante apreensão pela avaliação da sua própria imagem pelos pares.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  13. 13. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se que algo terrível aconteça a um familiar.
    Explora o impacto das crenças de insuficiência e da dúvida repetitiva sobre a competência para executar tarefas diárias.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  14. 14. O(a) meu(minha) filho(a) tem subitamente a impressão de que não consegue respirar, sem motivo aparente.
    Avalia a presença de episódios de alarme espontâneos, não ligados a ameaças imediatas, assinalando possíveis crises de pânico.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  15. 15. O(a) meu(minha) filho(a) tem problemas de apetite.
    Mede o esgotamento geral ou fadiga letárgica prolongada referida pelos cuidadores como traço do funcionamento anímico.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  16. 16. O(a) meu(minha) filho(a) tem de verificar sempre se fez as coisas corretamente (como ver se a luz está apagada ou se a porta está trancada à chave).
    Capta explicitamente a realização de rituais e mecanismos compulsivos de verificação destinados ao alívio temporário da ansiedade.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  17. 17. O(a) meu(minha) filho(a) fica com medo se tiver de dormir sozinho(a).
    Examina o grau de evitamento e a ansiedade antecipatória perante o desafio imposto pela integração num novo grupo.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  18. 18. O(a) meu(minha) filho(a) tem dificuldade em ir para a escola de manhã por se sentir nervoso(a) ou com medo.
    Identifica a impossibilidade referida de tolerar o momento noturno sem o auxílio e a presença estabilizadora do adulto.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  19. 19. O(a) meu(minha) filho(a) não tem energia para nada.
    Verifica os défices a nível cognitivo, em particular o bloqueio atencional frequentemente imposto pelas ruminações ou défice anímico.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  20. 20. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se em parecer ridículo(a).
    Regista a leitura parental do temperamento da criança, nomeadamente a inibição comportamental perante figuras de autoridade e pares.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  21. 21. O(a) meu(minha) filho(a) está muito cansado(a).
    Avalia o peso das crenças negativistas sobre o próprio autoconceito, refletindo diretamente uma vivência de inferioridade.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  22. 22. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se que lhe aconteçam coisas más.
    Mede a fixação persistente em desfechos e contingências do amanhã e a incapacidade subjacente de tolerar a incerteza.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  23. 23. O(a) meu(minha) filho(a) parece não conseguir afastar da cabeça pensamentos maus ou ridículos.
    Identifica a rigidez exigida por rotinas comportamentais, desde a limpeza a ordenamentos compulsivos da sua envolvência material.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  24. 24. Quando o(a) meu(minha) filho(a) tem um problema, o seu coração bate muito depressa.
    Explora a observação de episódios súbitos de dispneia não acompanhados de atividade física, assinalando a vertente respiratória do pânico.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  25. 25. O(a) meu(minha) filho(a) não consegue pensar com clareza.
    Capta a internalização mais severa de sentimentos de nulidade que desvalorizam toda e qualquer contribuição pessoal.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  26. 26. O(a) meu(minha) filho(a) começa de repente a tremer, sem motivo.
    Avalia o reporte de desregulações motoras abruptas (espasmos ou tremores) num contexto de falha orgânica inexistente, denotando stresse de alerta.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  27. 27. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se que algo de mal lhe aconteça.
    Regista a leitura parental de um temor genérico no dia-a-dia da criança, sinalizando constante vulnerabilidade e sobressalto.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  28. 28. Quando o(a) meu(minha) filho(a) tem um problema, treme.
    Identifica queixas referentes a uma aceleração cardíaca extrema que instalam sensação de perda de controlo físico.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  29. 29. O(a) meu(minha) filho(a) sente que não tem valor.
    Mede a labilidade afetiva profunda evidenciada através da facilidade do choro como principal via de regulação frustrada.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  30. 30. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se em cometer erros.
    Examina o grau da disfuncionalidade social específica ligada à ansiedade de desempenho e bloqueio expressivo frente a terceiros.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  31. 31. O(a) meu(minha) filho(a) tem de ter pensamentos especiais (como números ou palavras) para evitar que aconteçam coisas más.
    Avalia o desgaste associado ao peso de ideias mórbidas das quais o jovem reporta ser incapaz de desviar e escapar mentalmente.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  32. 32. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se com o que os outros pensam dele(a).
    Regista a retração e o evitamento proativo no estabelecimento de ligações interpessoais com elementos extrafamiliares ou estranhos.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  33. 33. O(a) meu(minha) filho(a) tem medo de estar em lugares com muita gente (como centros comerciais, cinemas, autocarros ou recreios de escola cheios).
    Identifica a repulsa antecipatória ligada à exigência académica ou social associada ao risco elevado de perturbação e recusa escolar.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  34. 34. O(a) meu(minha) filho(a) sente de repente um medo intenso, sem qualquer motivo.
    Verifica instabilidades psicofisiológicas intensas resultantes da descarga ansiosa sobre o sistema nervoso neurovegetativo.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  35. 35. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se com o que vai acontecer.
    Foca-se na distorção cognitiva da excelência e na preocupação perfecionista que anula o sentido recompensador das atividades.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  36. 36. O(a) meu(minha) filho(a) fica de repente tonto(a) ou fraco(a), sem motivo.
    Explora o impacto das somatizações musculares locais na região orofaríngea que resultam numa resposta dolorosa de restrição física ao pânico.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  37. 37. O(a) meu(minha) filho(a) pensa na morte.
    Capta explicitamente a centralidade da temática do luto, de contornos ansiosos perante a finitude ou da ideação pessimista inerente à depressão.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  38. 38. O(a) meu(minha) filho(a) tem medo se tiver de falar à frente da turma.
    Avalia o mal-estar abrangente decorrente da exposição do jovem à presença quer de pares quer de adultos.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  39. 39. O coração do(a) meu(minha) filho(a) começa de repente a bater depressa demais, sem motivo algum.
    Identifica alterações súbitas sensopercecionais, como o formigueiro, características da ativação autonómica ansiosa aguda.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  40. 40. O(a) meu(minha) filho(a) sente que não se quer mexer.
    Regista a leitura visível de acatisia, de constante insatisfação motora e instabilidade generalizada nos contextos de relaxamento falhado.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  41. 41. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se em sentir um medo súbito quando não há nada a temer.
    Examina a hiperconsciência da perceção de risco de humilhação associada, central no funcionamento e isolamento do fóbico social.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  42. 42. O(a) meu(minha) filho(a) tem de fazer certas coisas repetidamente (como lavar as mãos, limpar ou arrumar as coisas por uma certa ordem).
    Mede o impulsionamento coercivo para a execução perfeita de uma dada tarefa associada a traços patológicos de inflexibilidade.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  43. 43. O(a) meu(minha) filho(a) tem medo de parecer ridículo(a) à frente das outras pessoas.
    Avalia o encerramento do espetro sociogeográfico e o medo em contextos de multidão nos quais se perceba falta de refúgio protetor.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  44. 44. O(a) meu(minha) filho(a) tem de fazer certas coisas de uma maneira específica para evitar que aconteçam coisas más.
    Identifica a interferência silenciosa da utilização de neutralizadores mágicos na atividade mental rotineira como manobras defensivas.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  45. 45. O(a) meu(minha) filho(a) preocupa-se quando vai para a cama à noite.
    Verifica como o deitar ativa o medo subjacente e a resposta ansiogénica, comprometendo sistematicamente a hora do descanso.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  46. 46. O(a) meu(minha) filho(a) teria medo se tivesse de passar a noite fora de casa.
    Explora o cenário catastrófico perante perigos mal definidos, indiciador de uma forte fragilidade perante o mundo circundante.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
  47. 47. O(a) meu(minha) filho(a) sente-se agitado(a).
    Capta as fundações da profecia fatalista vivenciada emocionalmente que anula qualquer segurança garantida pelo seu cuidador principal.
    • Nunca
    • Às vezes
    • Muitas vezes
    • Sempre
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