Escala de Gravidade da Perturbação de Pânico – Autorrelato

A Escala de Gravidade da Perturbação de Pânico – Autorrelato (PDSS-SR) é um instrumento psicométrico de excelência, desenhado com o propósito clínico…

Escala de Gravidade da Perturbação de Pânico – Autorrelato
Perguntas
7
Duração
5 min
Título original
PDSS-SR — Panic Disorder Severity Scale
Adaptação
Escala de Gravidade da Perturbação de Pânico – Autorrelato
Autores
Houck, P.R., Spiegel, D.A., Shear, M.K., & Rucci, P.
Criação
2002

A Escala de Gravidade da Perturbação de Pânico – Autorrelato (PDSS-SR) é um instrumento psicométrico de excelência, desenhado com o propósito clínico primordial de mapear quantitativamente o sofrimento gerado por episódios fóbicos na população adulta ou jovem. Através dos seus sete itens objetivos, esta métrica oferece ao clínico um perfil muito claro não apenas sobre o número de crises ativas preexistentes, mas também sobre o enorme condicionamento infligido pelos comportamentos evasivos e pelo receio antecipatório sobre o panorama global do paciente.

A sua robusta arquitetura métrica assegura que os profissionais de saúde mental extraiam e ponderem prontamente os sintomas centrais e reações evasivas mais acentuados nos dias iniciais da avaliação da ansiedade global. Ao clarificar o impacto desestabilizador e as consequências indiretas sobre a autonomia dos espaços quotidianos, a quantificação estrutural fornecida pela avaliação sustenta a aplicação pontual num autêntico programa psicoeducativo integral da ansiedade mais cirúrgico e focado em metas concretas de autonomização comportamental e reflexiva.

Estando projetada intencionalmente sob uma matriz flexível de preenchimento autoadministrado de duração elementar inferior aos relatórios habituais extensos, trata-se de um sistema de escolha obrigatória que facilita as indispensáveis monitorizações sequenciais de acompanhamento. Fomentar o hábito dinâmico da testagem métrica orienta eficazmente as ponderações terapêuticas de fundo e reflete inequivocamente os alvos que necessitam urgentemente de apoio para desconstrução funcional ao longo das práticas contínuas na recuperação terapêutica orientada.

Exemplo de resultado

Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.

Pontuação global
11/ 28
Questionário breve de autorrelato de 7 itens que avalia a gravidade global do transtorno de pânico durante a última semana. Abrange sete dimensões: frequência dos ataques de pânico, sofrimento durante os ataques, ansiedade antecipatória, medo/esquiva agorafóbica de situações, medo/esquiva interoceptiva de sensações físicas, prejuízo no funcionamento profissional e prejuízo no funcionamento social. Destinado a adultos com diagnóstico estabelecido ou suspeito de transtorno de pânico; útil para triagem, avaliação inicial e monitoramento da resposta ao tratamento.
0–1
Normal
2–5
Limítrofe
6–9
Levemente doente
10–13
Moderadamente doente
11
14–28
Acentuadamente doente
Faixas de gravidade propostas para a PDSS heterorrelatada, mas frequentemente citadas para a PDSS-SR, para interpretar a gravidade global.
A título informativo
Ponto de corte3–7No limite da doença (com agorafobia)
A interpretação da pontuação total da PDSS diferiu de acordo com a presença ou ausência de agorafobia. Quando os pacientes não apresentavam agorafobia, as faixas de pontuação 0–1 correspondiam a «Normal», 2–5 a «No limite da doença», 6–9 a «Levemente doente», 10–13 a «Moderadamente doente» e 14 ou mais a «Acentuadamente doente». Quando os pacientes apresentavam agorafobia, as faixas de pontuação 3–7 significavam «No limite da doença», 8–10 «Levemente doente», 11–15 «Moderadamente doente» e 16 ou mais «Acentuadamente doente».
Furukawa et al. (2009)Ver o estudo
Ponto de corte8–10Levemente doente (com agorafobia)
A interpretação da pontuação total da PDSS diferiu de acordo com a presença ou ausência de agorafobia. Quando os pacientes não apresentavam agorafobia, as faixas de pontuação 0–1 correspondiam a «Normal», 2–5 a «No limite da doença», 6–9 a «Levemente doente», 10–13 a «Moderadamente doente» e 14 ou mais a «Acentuadamente doente». Quando os pacientes apresentavam agorafobia, as faixas de pontuação 3–7 significavam «No limite da doença», 8–10 «Levemente doente», 11–15 «Moderadamente doente» e 16 ou mais «Acentuadamente doente».
Furukawa et al. (2009)Ver o estudo
Ponto de corte11–15Moderadamente doente (com agorafobia)
A interpretação da pontuação total da PDSS diferiu de acordo com a presença ou ausência de agorafobia. Quando os pacientes não apresentavam agorafobia, as faixas de pontuação 0–1 correspondiam a «Normal», 2–5 a «No limite da doença», 6–9 a «Levemente doente», 10–13 a «Moderadamente doente» e 14 ou mais a «Acentuadamente doente». Quando os pacientes apresentavam agorafobia, as faixas de pontuação 3–7 significavam «No limite da doença», 8–10 «Levemente doente», 11–15 «Moderadamente doente» e 16 ou mais «Acentuadamente doente».
Furukawa et al. (2009)Ver o estudo
Ponto de corte≥ 16Acentuadamente doente (com agorafobia)
A interpretação da pontuação total da PDSS diferiu de acordo com a presença ou ausência de agorafobia. Quando os pacientes não apresentavam agorafobia, as faixas de pontuação 0–1 correspondiam a «Normal», 2–5 a «No limite da doença», 6–9 a «Levemente doente», 10–13 a «Moderadamente doente» e 14 ou mais a «Acentuadamente doente». Quando os pacientes apresentavam agorafobia, as faixas de pontuação 3–7 significavam «No limite da doença», 8–10 «Levemente doente», 11–15 «Moderadamente doente» e 16 ou mais «Acentuadamente doente».
Furukawa et al. (2009)Ver o estudo
Pontuação
Soma, pontuação total de 0 a 28, cada item é avaliado em uma escala de 5 pontos (de 0 a 4).

Peça ao seu paciente para fazer este teste

Atribua-o num clique: o seu paciente responde no telemóvel e você recebe a pontuação e a sua interpretação.

Atribuir este teste a um paciente

O que o teste mede

A PDSS-SR fraciona a heterogeneidade da patologia das crises paroxísticas num referencial metódico que sintetiza atempadamente a experiência global perturbadora da disfunção no espectro quantificável de toda a sua gravidade explícita observada. As premissas contempladas para a ponderação focam as seguintes dimensões matriciais inegáveis dos traços fóbico-ansiosos diagnosticados:

  • Frequência explícita: contagem dos aglomerados completos com critérios típicos e dos paroxismos incompletos com perfis atípicos mitigados registados.
  • Impacto emocional e somático: perceção qualitativa reportável em picos de tensão do puro terror de agravamento e desregulações autonómicas contidas perante as ameaças em decurso no instante isolado.
  • Ansiedade antecipatória temporal: a fixação desorganizada contínua das evocações e a preocupação catastrofista mantida para os quadros antecipados futuros que condicionam perenemente o intervalo sintomatológico de bem-estar basal.
  • Evitamento protetor agorafóbico: o padrão metódico e fóbico generalista adotado a fugir em espaços abertos que retiram acesso rápido ao conforto físico caso a emergência extrema aconteça repentinamente num público expectante.
  • Evitamento defensivo interoceptivo: exclusão total de ações ou vivências quotidianas simples pela indução inofensiva de manifestações análogas às sintomatologias da resposta biológica do medo imprevisto agudo da crise.
  • Impacto global diário familiar e profissional: prejuízos e interrupções incapacitantes sentidas que recaem sobre a produtividade do compromisso laboral ou sob os ombros da mecânica executiva das responsabilidades rotineiras habituais.
  • Desequilíbrio crónico na vertente relacional social: abstenção e quebras de qualidade explícita associadas invariavelmente nas transações ligadas pelo espetro natural dos contatos emocionais e no desgaste explícito por retrações a isolamentos duradouros desnecessários.

Este breve instrumento padronizado está estruturalmente desenhado a adultos, bem como adolescentes já integrados funcionalmente em etapas finais maturacionais com sintomas enquadrados numa patologia compatível com perturbação paroxística enraizada ou com sintomatologia ansiogénica generalizada de intensidade extrema.

Quando e porquê utilizá-lo

As particularidades intrínsecas da monitorização contínua através do acompanhamento estrutural métrico PDSS-SR validam objetivamente as progressões que, em observações pontuais e esporádicas puramente clínicas, acabariam facilmente silenciadas pelas intuições subjetivas dispersas sem controlo normativo focado.

  • Conclusão objetiva inicial e ponto central definidor da intervenção original: define balizas sólidas sobre e qualifica o nível que necessita de esclarecer e refrear convicções de perigo persistente antes de traçar os contornos adaptativos práticos globais de cada etapa de transição e flexibilização a atingir.
  • Acompanhamentos continuados longitudinais perfeitamente paralelos aos ciclos protocolares: reflete progressões temporais de ganhos em associação natural à componente transversal de avaliar em tempo as oscilações ansiosas como guia principal e pilar das metodologias.
  • Segmentação ajustada perante estagnação resistente ou perfis inflexíveis: sustenta opções fulcrais na tomada de decisão sobre os abrandamentos temporais passivos necessários a implementar ao nível das metodologias pedagógicas para orientar melhor o processo mental a aferir a utilidade empírica global que domina o bloqueio paralisante dos receios.
  • Registo terminal explícito do percurso e encerramento protocolar: sustenta o reconhecimento fático da efetividade estabilizante para atribuir ao sujeito um quadro estável contínuo sem compromisso que valida positivamente a eficácia total terminante do ciclo.

Converter narrativas difusas num patamar quantificável seguro é indispensável e assegura com transparência absoluta uma solidez inequívoca sobre as trajetórias clínicas efetivas resultantes, dotando o psicoterapeuta de evidência rigorosa fundamental para o progresso do avaliado final.

Biblioteca clínica

+750 ferramentas clínicas

Uma biblioteca concebida com e para clínicos, pronta a ser usada em sessão e a prolongar-se entre as consultas.

Aceder a todas as ferramentas
Vários tipos de recursos
Fichas psicoeducativas
Compreender num relance
Exercícios interativos
Para fazer e preencher
Programas interativos
Um percurso estruturado
Áudios
Meditação e relaxamento
Testes psicométricos
Cotação automática

As perguntas

  1. As perguntas seguintes dizem respeito aos seus sintomas de pânico durante a última semana. Um «ataque de pânico» refere-se a um surto súbito de medo ou desconforto intenso acompanhado por pelo menos 4 sintomas físicos ou cognitivos (por exemplo, palpitações, falta de ar, tonturas, medo de morrer ou de perder o controlo) que atingem o seu pico em 10 minutos. Um «ataque subclínico» (paucissintomático) é idêntico, mas apresenta menos de 4 sintomas. Para cada item, escolha a resposta que melhor descreve o seu estado durante os últimos 7 dias.
    1. Durante a última semana, quantos ataques de pânico e ataques subclínicos (paucissintomáticos) tiveste?
    Avalia a ocorrência global somada das crises completas agudas em conjunto com os eventos menos preenchidos e de contornos atípicos.
    • Nenhum ataque de pânico ou ataque subclínico
    • Ligeiro: Nenhum ataque de pânico completo e no máximo um ataque subclínico por dia
    • Moderado: Um ou dois ataques de pânico completos e/ou vários ataques subclínicos por dia
    • Grave: Mais de dois ataques de pânico completos, mas não mais de um por dia, em média
    • Extremo: Ataques de pânico completos mais de uma vez por dia, na maioria dos dias
  2. 2. Se tiveste ataques de pânico durante a última semana, qual foi a intensidade do sofrimento (estado de mal-estar e medo) que sentiste enquanto ocorriam? (Se tiveste mais de um ataque, indica a intensidade média deles. Se não tiveste nenhum ataque de pânico, mas sim ataques subclínicos, responde sobre estes últimos.)
    Mede concretamente o limite qualitativo e o alcance subjetivo somático do abalo suportado pela ameaça experienciada durante os eventos paroxísticos reportados.
    • Nenhum sofrimento, ou nenhum ataque de pânico ou subclínico durante a última semana
    • Sofrimento ligeiro (não muito intenso)
    • Sofrimento moderado (intenso, mas controlável)
    • Sofrimento grave (muito intenso)
    • Sofrimento extremo (durante todos os ataques)
  3. 3. Durante a última semana, o quanto te preocupaste ou te sentiste ansioso(a) com a ideia de quando ocorreria o teu próximo ataque de pânico, ou com medos relacionados aos ataques (por exemplo, que pudessem significar que tens problemas de saúde física ou mental, ou que te pudessem causar constrangimento social)?
    Explora o impacto indireto na ansiedade reativa pela via da apreensão que perdura fixada no pavor de recaídas repentinas imprevistas descontroladas no futuro imediato.
    • De modo algum
    • Às vezes ou apenas um pouco
    • Frequentemente ou moderadamente
    • Muito frequentemente ou de forma muito perturbadora
    • Quase continuamente e de forma incapacitante
  4. 4. Durante a última semana, houve lugares ou situações (por exemplo, transportes públicos, cinemas, multidões, pontes, túneis, centros comerciais, estar sozinho(a)) que evitaste ou que te deram medo (onde te sentiste desconfortável, que quiseste evitar ou abandonar), porque tinhas medo de ter um ataque de pânico? Há outras situações que terias evitado ou temido pela mesma razão se tivessem surgido durante a semana? Se responderes sim a uma destas perguntas, indica a intensidade dos teus medos e da tua evitação durante a última semana.
    Pondera com transparência a limitação contextual dos receios de confinamento no espaço e o correspondente peso e impacto de distanciamentos por evitamento.
    • Nenhum medo ou evitação
    • Ligeiro: Medo e/ou evitação ocasionais, mas geralmente consegui lidar com a situação ou suportá-la. Não tive de fazer nenhuma ou apenas poucas mudanças no meu estilo de vida por essa razão.
    • Moderado: Medo e/ou evitação notáveis, mas controláveis. Evitei certas situações, mas conseguia enfrentá-las na companhia de outra pessoa. Tive de fazer algumas mudanças no meu estilo de vida por essa razão, mas isso não prejudicou o meu funcionamento em geral.
    • Grave: Evitação significativa. Tive de fazer mudanças importantes no meu estilo de vida para evitar situações. Consequentemente, tive dificuldade em realizar as minhas atividades diárias.
    • Extremo: Vontade de evitar situações e/ou medo invasivo e incapacitante. Tive de modificar profundamente o meu estilo de vida, de tal forma que fui incapaz de realizar tarefas importantes.
  5. 5. Durante a última semana, houve atividades (por exemplo, fazer exercício físico, ter relações sexuais, tomar um duche ou banho quente, beber café, assistir a um filme emocionante ou assustador) que evitaste ou que te deram medo (que te sentiste desconfortável a fazer, que quiseste evitar ou interromper), porque causavam sensações físicas semelhantes às que sentes durante os ataques de pânico ou porque tinhas medo que pudessem desencadear um ataque de pânico? Há outras atividades que terias evitado ou temido por essa razão se tivessem surgido durante a semana? Se responderes sim a uma destas perguntas, indica a intensidade dos teus medos e da tua evitação dessas atividades durante a última semana.
    Quantifica meticulosamente os obstáculos à rotina derivados do receio em emular organicamente reações vitais autónomas inofensivas confundidas como desencadeantes patológicos.
    • Nenhum medo ou evitação de atividades devido a sensações físicas perturbadoras
    • Ligeiro: Medo e/ou evitação ocasionais, mas geralmente consegui lidar com a situação ou suportar as atividades que provocam sensações físicas, sentindo apenas um ligeiro sofrimento. Tive de fazer apenas poucas mudanças no meu estilo de vida por essa razão.
    • Moderado: Evitação notável, mas controlável. Tive de fazer algumas mudanças no meu estilo de vida, mas isso não prejudicou o meu funcionamento em geral.
    • Grave: Evitação significativa. Tive de fazer mudanças importantes no meu estilo de vida, ou isto prejudicou o meu funcionamento em geral.
    • Extremo: Evitação invasiva e incapacitante. Tive de modificar profundamente o meu estilo de vida, de tal forma que fui incapaz de realizar tarefas ou atividades importantes.
  6. 6. Durante a última semana, em que medida o conjunto dos sintomas acima (ataques de pânico e ataques subclínicos, preocupação com os ataques e medo de situações e atividades por causa dos ataques) prejudicou a tua capacidade de trabalhar ou de cumprir as tuas responsabilidades em casa? (Se as tuas responsabilidades no trabalho ou em casa foram menores que o habitual durante a última semana, estima como te terias saído se essas responsabilidades tivessem sido as habituais.)
    Aferimento isolado sobre o compromisso sintomatológico e disfuncional suportado ativamente na responsabilidade em esferas operacionais ligadas ao tecido laboral regular ou deveres das esferas estruturais de origem caseira.
    • Nenhuma: Os sintomas não prejudicaram o meu trabalho ou as minhas responsabilidades em casa.
    • Ligeira: Os sintomas prejudicaram ligeiramente o meu trabalho ou as minhas responsabilidades em casa, mas consegui realizar quase todas as tarefas que teria realizado se não tivesse tido estes problemas.
    • Moderada: Os sintomas prejudicaram de forma notável o meu trabalho ou as minhas responsabilidades em casa, mas consegui realizar as tarefas necessárias.
    • Grave: Os sintomas prejudicaram de forma significativa o meu trabalho ou as minhas responsabilidades em casa; fui incapaz de realizar várias tarefas importantes por causa destes problemas.
    • Extrema: Os sintomas foram extremamente incapacitantes, de tal forma que não fui capaz de realizar praticamente nenhuma tarefa relacionada com o meu trabalho ou as minhas responsabilidades em casa.
  7. 7. Durante a última semana, em que medida o conjunto dos sintomas acima (ataques de pânico e ataques subclínicos, preocupação com os ataques e medo de situações e atividades por causa dos ataques) prejudicou a tua vida social? (Se não tiveste contactos sociais durante a última semana, estima o quão perturbados teriam sido se a oportunidade tivesse surgido.)
    Afere o espetro limitativo isolado de perturbação induzido explicitamente sob redes vitais nos elos da vinculação com o exterior da rede global social e o lazer global interativo de bem-estar individualizado.
    • Nenhuma: Nenhuma perturbação
    • Ligeira: Os sintomas causaram uma ligeira perturbação nas minhas atividades sociais, mas consegui realizar quase todas as atividades que teria feito se não tivesse tido estes problemas.
    • Moderada: Os sintomas causaram uma perturbação notável nas minhas atividades sociais, mas consegui realizar a maioria das minhas atividades com esforço.
    • Grave: Os sintomas causaram uma perturbação significativa nas minhas atividades sociais; fui incapaz de realizar muitas atividades que envolviam interações sociais por causa destes problemas.
    • Extrema: Os sintomas foram extremamente incapacitantes, de tal forma que não fui capaz de participar em quase nenhuma atividade social.
Aplicação móvel para o paciente

A sua sessão continua no bolso dos seus pacientes

Usar com um paciente

Os seus recursos, acessíveis em qualquer lugar

As fichas, exercícios, programas e áudios acima: você escolhe quais disponibilizar aos seus pacientes, na aplicação móvel dedicada a eles.

Fichas psicoeducativasExercícios interativosProgramas interativosÁudiosTestes psicométricos

E muito mais do que uma biblioteca

A aplicação vai muito além dos recursos, para acompanhar os seus pacientes no dia a dia:

Testes padronizados
Diário de terapia
Ludificação
Desafios de bem-estar
Perguntas de introspeção
Trabalhos do terapeuta

Categorias relacionadas

Explore outros recursos clínicos por categoria.