Escala de Avaliação de TDAH de Vanderbilt para Pais

A Escala de Avaliação de TDAH de Vanderbilt para Pais (VADPRS) é um questionário validado e extensamente utilizado na prática pediátrica e psiquiátrica para…

Escala de Avaliação de TDAH de Vanderbilt para Pais
Perguntas
55
Duração
10 min
Título original
Vanderbilt ADHD Diagnostic Parent Rating Scale
Adaptação
Escala de Avaliação de TDAH de Vanderbilt para Pais
Autores
Mark L. Wolraich, et al.
Criação
2003

A Escala de Avaliação de TDAH de Vanderbilt para Pais (VADPRS) é um questionário validado e extensamente utilizado na prática pediátrica e psiquiátrica para recolher informações cruciais sobre o comportamento infantil. Ao focar-se no ambiente natural da criança e nas observações diretas da família, o clínico consegue aceder a dados comportamentais que muitas vezes escapam durante o tempo limitado de uma sessão, ajudando, por exemplo, a contextualizar o choro e queixas em crianças num raciocínio diagnóstico mais rigoroso.

Composta por 55 itens, a VADPRS vai muito além de um simples mapeamento dos critérios nucleares do Transtorno de Défice de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Integra uma extensa avaliação de perfis frequentemente comórbidos, detetando sinais de oposição, distúrbios de conduta e sintomas internalizados que podem motivar abordagens paralelas para combater a ansiedade. O seu módulo suplementar de retentimento funcional permite avaliar de que modo as manifestações patológicas afetam o rendimento escolar e a harmonia no seio familiar.

Exemplo de resultado

Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.

A escala Vanderbilt (VADPRS) é um questionário preenchido pelos pais concebido para avaliar sintomas do Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) em crianças de 6 a 12 anos. Rastreia sintomas de desatenção e hiperatividade/impulsividade, bem como transtornos frequentemente comórbidos (transtorno desafiador de oposição, transtorno de conduta, ansiedade/depressão), e avalia a gravidade do comprometimento funcional.
Contagem oficial de sintomas (pontos de corte publicados)
Desatenção (itens 1–9)
Contagem de sintomas4 / 9(percentil 83)abaixo do limiar
069
Pontuação dimensional12 / 27(percentil 80)abaixo do limiar
01627
Hiperatividade / Impulsividade (itens 10–18)
Contagem de sintomas4 / 9(percentil 82)abaixo do limiar
069
Pontuação dimensional13 / 27(percentil 82)abaixo do limiar
01627
Transtorno Desafiador de Oposição (itens 19–26)
Contagem de sintomas4 / 8(percentil 89)limiar atingido
048
Pontuação dimensional12 / 24(percentil 89)limiar atingido
01024
Transtorno de Conduta (itens 27–40)
Contagem de sintomas8 / 14(percentil 97)limiar atingido
0314
Pontuação dimensional23 / 42(percentil 98)limiar atingido
0442
Ansiedade / Depressão (itens 41–47)
Contagem de sintomas3 / 7(percentil 95)limiar atingido
037
Pontuação dimensional9 / 21(percentil 93)limiar atingido
0421
TDAH Total (itens 1–18, sem ponto de corte específico)
Contagem de sintomas8 / 18(percentil 84)
018
Pontuação dimensional25 / 54(percentil 82)
054
Apresentação Combinada de TDAH: Desatenção E Hiperatividade/Impulsividade no ponto de corte (≥ 6 cada)abaixo do limiar
Duas interpretações oficiais para cada escala. (1) Contagem de sintomas: um comportamento é contabilizado se os pais o avaliarem como "frequentemente" ou "muito frequentemente" (2 ou 3 em uma escala de 0–3); o ponto de corte publicado é atingido com 6 ou mais sintomas para as escalas de TDAH, 4 para desafio de oposição, 3 para conduta e 3 para ansiedade/depressão (Wolraich 2003); o percentil publicado para a contagem (Tabela SDC 3, amostra nacional dos EUA, N = 1 570, 5–12 anos) é exibido entre parênteses. (2) Pontuação dimensional (soma das avaliações de 0–3), com o seu percentil publicado (Tabela IV): para ambas as escalas de TDAH, uma pontuação ≥ 16 situa-se no percentil 89 ou acima e alinha-se com o ponto de corte da contagem de sintomas; para comorbidades, os referenciais clínicos derivam dos critérios preliminares de exclusão de Becker 2012 (desafio de oposição ≥ 10, conduta ≥ 4, ansiedade/depressão ≥ 4 — abaixo destes, o transtorno é considerado excluído). O TDAH Total não possui ponto de corte em nenhuma das interpretações. Um percentil elevado não implica que um ponto de corte tenha sido atingido: as distribuições são altamente assimétricas (comportamentos raros), particularmente para o transtorno de conduta, onde 2 sintomas já colocam a criança no percentil 94, embora o ponto de corte exija 3 — o percentil situa a criança relativamente à população geral, enquanto o distintivo aplica o ponto de corte publicado. Atingir um ponto de corte não constitui um diagnóstico.
Anderson et al. (2022)Ver o estudo· Ponto de corte : Wolraich et al. (2003)Ver o estudo
Normas Nacionais dos EUA (Anderson 2022)
Pontuação
Grupo
TDAH Total (Desatenção + Hiperatividade)
généralePontuação dimensional · Geral (N = 1 570) · n = 1570 · Anderson et al. (2022)
054
M = 15.6 ± 10.96
Desatenção12
généralePontuação dimensional · Geral (N = 1 570) · n = 1570 · Anderson et al. (2022)
027
12
M = 8.1 ± 5.7
Hiperatividade / Impulsividade13
généralePontuação dimensional · Geral (N = 1 570) · n = 1570 · Anderson et al. (2022)
027
13
M = 7.5 ± 6.04
Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD)12
généralePontuação dimensional · Geral (N = 1 570) · n = 1570 · Anderson et al. (2022)
024
12
M = 5.9 ± 4.92
Transtorno de Conduta (TC)23
généralePontuação dimensional · Geral (N = 1 570) · n = 1570 · Anderson et al. (2022)
042
23
M = 2.2 ± 5.53
Ansiedade / Depressão9
généralePontuação dimensional · Geral (N = 1 570) · n = 1570 · Anderson et al. (2022)
021
9
M = 2.9 ± 3.68
Médias e desvios-padrão para a amostra nacionalmente representativa dos EUA (N = 1 570 crianças de 5 a 12 anos), para ambos os métodos de pontuação publicados: pontuação dimensional (soma das pontuações dos itens de 0–3) e contagem de sintomas (número de itens classificados como "frequentemente"/"muito frequentemente"), por grupo (geral, faixas etárias, sexo). O referencial do paciente aparece apenas nas medidas expressas em nossa pontuação (pontuações dimensionais para Desatenção, Hiperatividade/Impulsividade, Transtorno Opositivo-Desafiador, Transtorno de Conduta e Ansiedade/Depressão) — o TDAH Total é publicado em sua própria faixa, e as contagens de sintomas são exibidas no painel de rastreio acima.
Anderson et al. (2022)Ver o estudo

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O que o teste mede

A VADPRS quantifica a frequência de ocorrência de comportamentos diretamente associados aos critérios DSM do TDAH e de patologias comórbidas comuns, abrangendo também o seu impacto funcional. O instrumento cobre as seguintes dimensões:

  • Desatenção: dificuldades no foco continuado, elevada distratibilidade e défice na organização de tarefas escolares e diárias.
  • Hiperatividade e Impulsividade: agitação motora sistemática, precipitação de respostas e quebra do turno, cujas ações imponderadas se assemelham a comportamentos automáticos difíceis de reprimir.
  • Comportamento Opositor e de Conduta: resistência direta a regras e figuras de autoridade, violações graves da norma ou inclinação para a agressividade intencional.
  • Sintomas Internalizados: manifestações de medo acentuado, tristeza, solidão ou autocrítica paralisante que, em consulta, podem ser trabalhadas ao avaliar a utilidade de um pensamento disfuncional.
  • Retentimento Funcional: o grau em que estes sintomas prejudicam a leitura, a matemática ou o relacionamento direto com pares e irmãos. O instrumento é desenhado preferencialmente para pais de crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos.

Quando e porquê utilizá-lo

A integração desta escala está recomendada em momentos fundamentais de avaliação e monitorização terapêutica nas perturbações do neurodesenvolvimento:

  • Avaliação basal estruturada: permite o levantamento exaustivo dos critérios diagnósticos DSM reportados pelos cuidadores principais no momento do intake.
  • Despiste de comorbilidades: útil para sinalizar distúrbios desafiantes ou quadros sobrepostos de ansiedade em crianças e adolescentes que influenciam o plano terapêutico.
  • Triangulação inter-observadores: facilita a confrontação da perceção parental com o relato dos professores, definindo melhor o foco quando o objetivo é ensinar os pais a comunicar com os filhos mediante diretrizes claras.
  • Monitorização longitudinal: acompanha o efeito prático das respostas farmacológicas e psicossociais instituídas ao longo do tempo. A utilização de uma pontuação padronizada acrescenta solidez descritiva à história clínica, blindando o clínico contra as distorções e o esquecimento episódico característicos da anamnese não orientada.
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As perguntas

  1. Para cada questão, avalie o comportamento da criança nos últimos 6 meses. Cada avaliação deve ter em conta o que é apropriado para a idade da criança.
    1. Não presta atenção a detalhes ou comete erros por descuido (p. ex., nos deveres de casa).
    Avalia a presença de erros sistemáticos por negligência nas rotinas exigidas.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  2. 2. Tem dificuldade em manter a atenção no que precisa fazer.
    Verifica a capacidade da criança de preservar o foco atencional.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  3. 3. Parece não ouvir quando se fala diretamente com ele/ela.
    Analisa episódios de aparente alheamento ou distanciamento no diálogo.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  4. 4. Não segue as instruções e não termina as suas atividades (não por oposição ou por não compreender).
    Mede a falta de constância e conclusão das atividades iniciadas.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  5. 5. Tem dificuldade em organizar as suas tarefas e atividades.
    Foca-se nas limitações das funções executivas relacionadas com o planeamento.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  6. 6. Evita, não gosta ou reluta em se envolver em tarefas que exigem esforço mental prolongado.
    Observa a esquiva comportamental a exigências cognitivas sustentadas.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  7. 7. Perde objetos necessários para as suas tarefas ou atividades (p. ex., brinquedos, deveres, lápis, livros).
    Questiona sobre o extravio de materiais e desorganização prática.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  8. 8. Distrai-se facilmente com ruídos ou outros estímulos.
    Avalia o quão vulnerável é o foco face a interrupções não pertinentes.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  9. 9. Esquece-se das atividades do dia a dia.
    Verifica os lapsos de memória episódica na vida diária.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  10. 10. Mexe as mãos ou os pés, ou contorce-se na cadeira.
    Mede sinais de inquietação motora focalizada em extremidades.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  11. 11. Levanta-se do seu lugar quando deveria permanecer sentado/a.
    Analisa a incapacidade de controlar o movimento num contexto expectável de estabilidade.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  12. 12. Corre por todo o lado ou trepa excessivamente quando deveria permanecer sentado/a.
    Observa a presença de motricidade grossa abusiva em momentos inapropriados.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  13. 13. Tem dificuldade em brincar ou em iniciar atividades de lazer calmas.
    Avalia o obstáculo em gerir adequadamente momentos de ócio mais passivos.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  14. 14. Está 'a mil' ou age frequentemente como se estivesse 'ligado a um motor'.
    Verifica a perceção de uma energia constante e desregulada.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  15. 15. Fala em excesso.
    Avalia o ritmo e a exacerbação na comunicação oral.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  16. 16. Responde às perguntas antes de serem concluídas.
    Mede a impulsividade num eixo linguístico de resposta.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  17. 17. Tem dificuldade em esperar pela sua vez.
    Analisa a inabilidade para diferir necessidades ou respeitar uma vez.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  18. 18. Interrompe os outros ou intromete-se nas suas conversas e/ou atividades.
    Foca-se em condutas intrusivas face ao limite de terceiros.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  19. 19. Discute com adultos.
    Mede atitudes diretas de atrito verbal perante figuras de autoridade.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  20. 20. Fica com raiva.
    Avalia o limiar de explosão emocional perante stress.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  21. 21. Desafia ativamente ou recusa-se a cumprir os pedidos ou regras dos adultos.
    Analisa oposição intencional face a restrições e solicitações.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  22. 22. Incomoda os outros deliberadamente.
    Observa a presença de hostilidade instigada contra outrem.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  23. 23. Culpa os outros pelos seus erros ou mau comportamento.
    Foca-se na externalização da responsabilidade nos fracassos.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  24. 24. É suscetível ou irrita-se facilmente com os outros.
    Verifica a hipersensibilidade reativa base no contato interpessoal.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  25. 25. Sente raiva ou ressentimento.
    Mede o enquistamento de raiva e predisposição malévola.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  26. 26. É maldoso/a ou procura vingança.
    Avalia o peso de características de natureza retaliadora.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  27. 27. Agride, ameaça ou intimida os outros.
    Questiona condutas dominantes e vexatórias sobre terceiros.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  28. 28. Inicia brigas.
    Analisa o papel catalisador em violência puramente física.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  29. 29. Mente para se livrar de problemas ou para evitar obrigações (ou seja, 'engana' os outros).
    Verifica o uso do engodo perante contingências ambientais.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  30. 30. Falta à escola (falta às aulas) sem permissão.
    Mede o abandono ou fuga intencional às imposições letivas.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  31. 31. É fisicamente cruel com as pessoas.
    Avalia atos severos de dor imposta propositalmente a humanos.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  32. 32. Roubou objetos de valor.
    Foca-se na transgressão aquisitiva material.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  33. 33. Destrói deliberadamente os bens de outras pessoas.
    Observa impulsos antissociais voltados para a depredação.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  34. 34. Usou uma arma que pode causar ferimentos graves (p. ex., bastão, faca, tijolo, arma de fogo).
    Questiona o uso de instrumentos para impor dano letal ou severo.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  35. 35. É fisicamente cruel com os animais.
    Avalia um critério de grande disfuncionalidade focado na fauna.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  36. 36. Ateou fogo deliberadamente para causar danos.
    Mede incidências pirómanas como marcador de distúrbio de conduta.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  37. 37. Invadiu a casa, o estabelecimento comercial ou o carro de outra pessoa.
    Analisa delitos focados na invasão de um domínio alheio protegido.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  38. 38. Ficou fora de casa à noite sem permissão.
    Verifica condutas de insubordinação temporal aos limites familiares noturnos.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  39. 39. Fugiu de casa durante a noite.
    Foca-se no esvaziamento premeditado e arriscado do lar parental.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  40. 40. Forçou alguém a uma atividade sexual.
    Questiona um dos comportamentos de violação mais graves em contexto pediátrico.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  41. 41. Sente medo, ansiedade ou preocupação.
    Avalia o estado persistente de tensão ansiosa.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  42. 42. Tem medo de experimentar coisas novas por receio de cometer erros.
    Mede a evitamento da experiência gerado por antecipação de falhas.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  43. 43. Sente-se inferior ou inútil.
    Analisa esquemas subjacentes de inutilidade e menos-valia.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  44. 44. Culpa-se pelos seus problemas, sente-se culpado/a.
    Verifica os processos ruminativos associados a sentimentos de culpa.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  45. 45. Sente-se só, indesejado/a ou não amado/a; queixa-se de que 'ninguém gosta dele/dela'.
    Observa as carências percebidas ao nível da pertença social.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  46. 46. Sente-se triste, infeliz ou deprimido/a.
    Avalia perturbações fundamentais do humor orientadas à depressão.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  47. 47. Sente-se constrangido/a ou envergonha-se facilmente.
    Mede a hipervigilância e sensibilidade face ao constrangimento social.
    • Nunca
    • Ocasionalmente
    • Frequentemente
    • Muito frequentemente
  48. Como avalia o desempenho do seu filho nas seguintes áreas?
    48. Desempenho escolar geral
    Pesquisa o nível de comprometimento em todo o cenário de aprendizagem.
    • Excelente
    • Acima da média
    • Médio
    • Um pouco problemático
    • Problemático
  49. Para cada questão, avalie o comportamento da criança nos últimos 6 meses. Cada avaliação deve ter em conta o que é apropriado para a idade da criança.
    49. Leitura
    Avalia debilidades concretas focadas na decodificação e retenção literária.
    • Excelente
    • Acima da média
    • Médio
    • Um pouco problemático
    • Problemático
  50. 50. Expressão escrita
    Mede dificuldades projetivas de organização e codificação no texto.
    • Excelente
    • Acima da média
    • Médio
    • Um pouco problemático
    • Problemático
  51. 51. Matemática
    Analisa o eventual défice operativo ligado ao raciocínio dos números.
    • Excelente
    • Acima da média
    • Médio
    • Um pouco problemático
    • Problemático
  52. 52. Relações com os pais
    Pondera o nível de desgaste associado às interações de filiação primária.
    • Excelente
    • Acima da média
    • Médio
    • Um pouco problemático
    • Problemático
  53. 53. Relações com os irmãos
    Observa a tensão e harmonia nas dinâmicas fraternais intrínsecas.
    • Excelente
    • Acima da média
    • Médio
    • Um pouco problemático
    • Problemático
  54. 54. Relações com os colegas
    Avalia o impacto na integração interpessoal com outras crianças.
    • Excelente
    • Acima da média
    • Médio
    • Um pouco problemático
    • Problemático
  55. 55. Participação em atividades organizadas (p. ex., equipas)
    Mede a adequação comportamental nos nichos extracurriculares enquadrados.
    • Excelente
    • Acima da média
    • Médio
    • Um pouco problemático
    • Problemático
Aplicação móvel para o paciente

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