A Escala de Autoavaliação da Depressão de Zung (SDS), desenvolvida em 1965, é uma medida consagrada para aferir clinicamente a gravidade de quadros…

A Escala de Autoavaliação da Depressão de Zung (SDS), desenvolvida em 1965, é uma medida consagrada para aferir clinicamente a gravidade de quadros depressivos na população adulta e geriátrica. Este instrumento distingue-se pela sua forte matriz biológica, capturando não apenas a clássica disforia do transtorno afetivo, mas atribuindo também grande relevância às perturbações somáticas e psicomotoras indissociáveis da depressão endógena.
Com 20 afirmações estruturadas que espelham o funcionamento nas últimas semanas, a escala permite estimar a carga sintomatológica do paciente com uma elevada validade preditiva. O desenho do questionário integra itens formulados numa direção clínica favorável e desfavorável, de forma a reduzir a probabilidade de respostas enviesadas pela aquiescência automática.
A introdução sistemática desta ferramenta no processo terapêutico assegura a recolha de dados de base fiáveis, constituindo um excelente preâmbulo diagnóstico e um ponto de ancoragem sólido para iniciar um percurso estruturado em quatro lições para ajudar os seus pacientes a reconhecer, compreender e começar a superar a depressão de forma autónoma.
Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.
Peça ao seu paciente para fazer este teste
Atribua-o num clique: o seu paciente responde no telemóvel e você recebe a pontuação e a sua interpretação.
A SDS quantifica a presença e a severidade transversal da sintomatologia depressiva primária, focando-se no rastreio minucioso de várias facetas nucleares do quadro clínico:
Este teste destina-se a adultos integrados em cuidados de saúde primários ou contexto psicoterapêutico, agindo como sustentação validada para a anamnese psicológica.
A aplicação programada da Escala de Zung exibe um assinalável valor preventivo e tático perante diferentes fases do contacto terapêutico:
A transposição do estado subjetivo para uma notação padronizada assegura ao clínico um instrumento rigoroso que afasta a ambiguidade interobservador e aprofunda a qualidade do raciocínio psicopatológico.
Uma biblioteca concebida com e para clínicos, pronta a ser usada em sessão e a prolongar-se entre as consultas.
Aceder a todas as ferramentasAs fichas, exercícios, programas e áudios acima: você escolhe quais disponibilizar aos seus pacientes, na aplicação móvel dedicada a eles.
A aplicação vai muito além dos recursos, para acompanhar os seus pacientes no dia a dia:
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