Experiences in Close Relationships – Revised (ECR-R)

O Experiences in Close Relationships – Revised (ECR-R) é um dos instrumentos mais robustos e validados para avaliar a vinculação amorosa no adulto.

Experiences in Close Relationships – Revised (ECR-R)
Perguntas
36
Duração
10 min
Título original
ECR-R — Experiences in Close Relationships
Adaptação
Experiences in Close Relationships – Revised (ECR-R)
Autores
Fraley, R. C., Waller, N. G., & Brennan, K. A.
Criação
2000

O Experiences in Close Relationships – Revised (ECR-R) é um dos instrumentos mais robustos e validados para avaliar a vinculação amorosa no adulto. Desenvolvido por Fraley, Waller e Brennan, este questionário de 36 itens ultrapassa as categorias tipológicas simples, oferecendo uma medição contínua e precisa das duas dimensões fundamentais que alicerçam a teoria da vinculação: a ansiedade perante a rejeição e o evitamento da proximidade emocional.

Na prática clínica, a utilização deste questionário revela-se preciosa para mapear os modelos internos operantes que o paciente desenvolveu ao longo da vida e que organizam as suas respostas perante o risco relacional. Para os terapeutas, a avaliação estruturada destas dimensões traz uma clareza essencial no trabalho com os mecanismos de defesa ativados face à vulnerabilidade. O uso sistemático do ECR-R apoia a conceptualização de caso, sustentando de forma objetiva a intervenção psicoterapêutica rumo à construção de padrões de relacionamento mais conscientes, seguros e flexíveis.

Exemplo de resultado

Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.

O ECR-R é um questionário de autorrelato de 36 itens que avalia o apego romântico adulto em duas dimensões contínuas e relativamente ortogonais: ansiedade de abandono (medo de ser rejeitado ou abandonado pelo parceiro) e evitação da intimidade (desconforto com a proximidade emocional e dependência). O apego seguro é caracterizado por pontuações baixas em ambas as dimensões; o apego inseguro por pontuações altas em uma e/ou na outra. Destinado a adultos atualmente em um relacionamento ou que já tiveram um relacionamento romântico, é amplamente utilizado em pesquisa e na prática clínica.
Ansiedade de abandono × Evitação da intimidadeTemeroso
Ansiedade de abandono3.56
Ansiedade de abandono < 3.56
Preocupado
Alta ansiedade com baixa evitação: procura proximidade, mas preocupa-se intensamente com a rejeição e o abandono; necessidade marcada de tranquilização.
Temeroso
Alta evitação e alta ansiedade: desejo de conexão dificultado pela desconfiança — desconforto com a intimidade E forte medo de rejeição.
Evitação da intimidade 4.167 · Ansiedade de abandono 3.667
Seguro
Baixa evitação e baixa ansiedade: confortável com a intimidade, confiança na disponibilidade do outro, pouco medo de abandono. As relações são vivenciadas como seguras.
Desapegado
Alta evitação com baixa ansiedade: pouco medo de abandono, mas desconforto com a proximidade; preferência pela autossuficiência e pelo distanciamento emocional.
Evitação da intimidade < 2.92
Evitação da intimidade2.92
Classificação indicativa segundo a grelha de Bartholomew. Não existem tipos de vinculação "verdadeiros": ambas as dimensões são contínuas, e a fonte recomenda, por defeito, a divisão pela mediana da amostra local para equilibrar os grupos.
Pontos de corte = médias da amostra total de referência (evitação 2.92 ± 1.19; ansiedade 3.56 ± 1.12)FraleyVer o estudo
Normas online do ECR-R (Fraley)
Grupo
Evitação da intimidade 4.167
généraleGeral (> 17.000) · n = 17000
17
4.167
M = 2.92 ± 1.19
Ansiedade de abandono 3.667
généraleGeral (> 17.000) · n = 17000
17
3.667
M = 3.56 ± 1.12
Estatísticas publicadas na página oficial do ECR-R: amostra online de mais de 17.000 inquiridos (73% mulheres, idade média de 27 anos, 21% casados), pontuações médias dos itens (1–7, a nossa cotação). As linhas de idade correspondem a valores PREVISTOS a partir do modelo de regressão publicado (evitação = 2.72 + 0.008 × idade; ansiedade = 3.67 − 0.004 × idade), e não a médias observadas — sendo apresentadas sem desvios-padrão. O autor aconselha a interpretação destas normas com cautela: dados recolhidos online no início dos anos 2000.
Ansiedade de abandono
3.667/ 7
Medo de abandono, de rejeição e de indisponibilidade do parceiro.
itens 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18
3.667
17
Evitação da intimidade
4.167/ 7
Desconforto com a proximidade, com a intimidade e com a dependência em relação ao parceiro.
itens 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36
4.167
17

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O que o teste mede

O ECR-R explora os esquemas relacionais do indivíduo adulto, focando-se na forma como este experiencia a proximidade e tenta gerir a angústia nas interações amorosas. O questionário articula-se em torno de duas dimensões centrais da vinculação:

  • Ansiedade de abandono: o grau em que o indivíduo teme a rejeição, preocupa-se cronicamente com a disponibilidade do parceiro e apresenta sinais de dependência afetiva.
  • Evitamento da intimidade: o desconforto perante a vulnerabilidade, a dificuldade em depender do outro e a tendência para manter um forte distanciamento emocional.
  • Hiperativação do sistema: as estratégias ansiosas para garantir a proximidade, muitas vezes expressas através de uma contínua busca de reasseguramento.
  • Desativação do sistema: o esforço defensivo para minimizar as necessidades afetivas e preservar uma fachada de autonomia isolada face à angústia.

Este instrumento destina-se a adultos integrados em acompanhamento psicológico individual ou relacional, traduzindo processos defensivos vagos em métricas avaliáveis.

Quando e porquê utilizá-lo

A aplicação do ECR-R é indicada em variadas fases da intervenção clínica, sobretudo quando o foco terapêutico interseta a dinâmica relacional e a regulação afetiva em contexto de díade.

  • Avaliação inicial (Intake): estabelece a linha de base do perfil de vinculação, guiando o terapeuta na exploração da origem das crenças nucleares do paciente.
  • Terapia de casal: permite descodificar dinâmicas polarizadas e intervir sistemicamente num desalinhamento de casal gerado por necessidades opostas de intimidade.
  • Monitorização da mudança: avalia a resposta à psicoterapia ao longo do tempo, quantificando a flexibilização das reações automáticas e a diminuição do medo de abandono no casal.
  • Exploração de padrões disfuncionais: clarifica os gatilhos subjacentes a comportamentos desregulados, iluminando a vulnerabilidade escondida sob manifestações severas de ciúme no casal.

Ao situar o paciente num espaço bidimensional de ansiedade e evitamento, a escala sustenta formulações rigorosas que complementam ativamente a impressão clínica intuitiva.

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As perguntas

  1. As afirmações seguintes referem-se à forma como se sente nas suas relações amorosas. Estamos interessados na forma como vive habitualmente estas relações, e não apenas naquilo que experiencia na sua relação atual. Responda a cada afirmação indicando o seu grau de concordância ou discordância. Se não estiver atualmente numa relação, refira-se à sua última relação amorosa.
    1. Tenho medo de perder o amor do(a) meu/minha parceiro(a).
    Avalia o temor fundamental da perda de afeto por parte da figura de vinculação.
    • Discordo totalmente
    • Discordo
    • Tendo a discordar
    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
    • Tendo a concordar
    • Concordo
    • Concordo totalmente
  2. 2. Preocupo-me frequentemente com a ideia de que o(a) meu/minha parceiro(a) não queira ficar comigo.
    Explora a insegurança contínua face à estabilidade física e emocional da relação.
    • Discordo totalmente
    • Discordo
    • Tendo a discordar
    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
    • Tendo a concordar
    • Concordo
    • Concordo totalmente
  3. 3. Preocupo-me frequentemente com a ideia de que o(a) meu/minha parceiro(a) não me ama de verdade.
    Foca-se na dúvida persistente sobre a autenticidade e a profundidade dos sentimentos do parceiro.
    • Discordo totalmente
    • Discordo
    • Tendo a discordar
    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
    • Tendo a concordar
    • Concordo
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  4. 4. Preocupo-me com a ideia de que os(as) meus/minhas parceiros(as) amorosos(as) não vão cuidar de mim tanto quanto eu cuido deles/delas.
    Afere o sentimento de assimetria no investimento e no cuidado mútuo dentro da díade.
    • Discordo totalmente
    • Discordo
    • Tendo a discordar
    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
    • Tendo a concordar
    • Concordo
    • Concordo totalmente
  5. 5. Muitas vezes, gostaria que os sentimentos do(a) meu/minha parceiro(a) por mim fossem tão fortes quanto os meus sentimentos por ele/ela.
    Analisa a forte necessidade de correspondência absoluta na intensidade afetiva percecionada.
    • Discordo totalmente
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    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
    • Tendo a concordar
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  6. 6. Preocupo-me muito com os meus relacionamentos amorosos.
    Investiga a propensão geral para a ansiedade e a ruminação em torno da qualidade dos vínculos.
    • Discordo totalmente
    • Discordo
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    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
    • Tendo a concordar
    • Concordo
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  7. 7. Quando o(a) meu/minha parceiro(a) está longe de mim, tenho medo de que ele/ela se interesse por outra pessoa.
    Avalia a ansiedade de separação física e o medo agudo subjacente à possibilidade de infidelidade.
    • Discordo totalmente
    • Discordo
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    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
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  8. 8. Quando demonstro os meus sentimentos a um(a) parceiro(a) amoroso(a), tenho medo de que ele/ela não sinta o mesmo por mim.
    Explora a inibição da vulnerabilidade mediada pelo medo da não-reciprocidade.
    • Discordo totalmente
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    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
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  9. 9. Raramente tenho medo de que o(a) meu/minha parceiro(a) me deixe.
    Aborda a percepção intrínseca de segurança e de pertença estável perante a relação.
    • Discordo totalmente
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    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
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  10. 10. O(A) meu/minha parceiro(a) amoroso(a) faz-me duvidar de mim mesmo(a).
    Afere o impacto regressivo ou desestabilizador que a relação amorosa tem na autoimagem do indivíduo.
    • Discordo totalmente
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    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
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  11. 11. Não me preocupo frequentemente com a ideia de ser abandonado(a).
    Questiona a resiliência emocional sentida face ao espetro crónico do abandono.
    • Discordo totalmente
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    • Neutro / Nem concordo, nem discordo
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  12. 12. Acho que os(as) meus/minhas parceiros(as) amorosos(as) não querem ser tão próximos(as) de mim quanto eu gostaria.
    Foca-se na perceção dolorosa de um déficit de proximidade desejada por parte do companheiro.
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  13. 13. Às vezes, acontece que parceiros(as) amorosos(as) mudam os seus sentimentos por mim sem razão aparente.
    Avalia a hipervigilância cognitivo-afetiva a flutuações e imprevisibilidades do outro.
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  14. 14. O meu desejo de ser muito próximo(a) às vezes afasta as pessoas.
    Explora a consciência ansiosa de que a própria intensidade da necessidade de fusão repele o parceiro.
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  15. 15. Tenho medo de que, assim que um(a) parceiro(a) amoroso(a) me conhecer de verdade, ele/ela não goste de quem eu realmente sou.
    Questiona o medo central da rejeição que emerge perante a hipótese de uma verdadeira desocultação.
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  16. 16. Fico furioso(a) por não receber o carinho e o apoio de que preciso do(a) meu/minha parceiro(a).
    Avalia a reatividade e a intolerância à frustração decorrentes de carências não validadas.
    • Discordo totalmente
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  17. 17. Preocupo-me em não estar à altura dos outros.
    Investiga o modelo interno negativo de si mesmo sob a forma de um sentimento de inferioridade relacional.
    • Discordo totalmente
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  18. 18. O(A) meu/minha parceiro(a) parece só reparar em mim quando estou com raiva.
    Foca-se na percepção de um parceiro omisso e no uso da hostilidade como forma secundária de captar a atenção.
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  19. 19. Prefiro não mostrar ao(à) meu/minha parceiro(a) o que realmente sinto.
    Aborda o bloqueio voluntário na expressão emocional para proteger o ego face ao julgamento.
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  20. 20. Sinto-me à vontade para partilhar os meus pensamentos e sentimentos íntimos com o(a) meu/minha parceiro(a).
    Afere o grau de segurança sentido na partilha deliberada de material intrapsíquico íntimo.
    • Discordo totalmente
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  21. 21. Tenho dificuldade em contar com os(as) meus/minhas parceiros(as) amorosos(as).
    Analisa a profunda desconfiança que impede a capacidade adaptativa de pedir ajuda.
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  22. 22. Sinto-me muito à vontade num relacionamento próximo com um(a) parceiro(a) amoroso(a).
    Explora a ausência de sobressalto afetivo quando confrontado com a genuína cumplicidade.
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  23. 23. Não me sinto à vontade para me abrir com os(as) meus/minhas parceiros(as) amorosos(as).
    Foca-se na barreira defensiva que inviabiliza a auto-revelação em relações de par.
    • Discordo totalmente
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  24. 24. Prefiro não ser muito próximo(a) dos(as) meus/minhas parceiros(as) amorosos(as).
    Avalia o pendor manifesto para a manutenção ativada do distanciamento defensivo.
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  25. 25. Fico desconfortável quando um(a) parceiro(a) amoroso(a) quer ser muito próximo(a) de mim.
    Investiga a resposta aversiva imediata que a iniciativa alheia de proximidade gera no indivíduo.
    • Discordo totalmente
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  26. 26. É relativamente fácil para mim aproximar-me do(a) meu/minha parceiro(a).
    Questiona a ausência de esforço e a naturalidade perante o ato de criar coesão emocional.
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  27. 27. Não é difícil para mim aproximar-me do(a) meu/minha parceiro(a).
    Aborda a percepção interna das resistências (ou da falta delas) para estreitar as relações.
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  28. 28. Normalmente, discuto as minhas preocupações e os meus problemas com o(a) meu/minha parceiro(a).
    Avalia a aptidão comportamental para eleger o outro como principal contentor das angústias quotidianas.
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  29. 29. Ajuda-me recorrer ao(à) meu/minha parceiro(a) amoroso(a) nos momentos difíceis.
    Explora o acesso e a utilização efetiva da figura de vinculação como um porto seguro consolador.
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  30. 30. Eu conto quase tudo ao(à) meu/minha parceiro(a).
    Foca-se no grau extremo de transparência relacional, indicando ausência de compartimentação defensiva.
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  31. 31. Eu discuto tudo com o(a) meu/minha parceiro(a).
    Analisa a fluidez sem reservas da comunicação intradiádica nos mais diversos domínios.
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  32. 32. Fico nervoso(a) quando os(as) meus/minhas parceiros(as) se aproximam demasiado de mim.
    Afere o mecanismo fisiológico de evitação: a ansiedade e nervosismo perante a anulação do espaço.
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  33. 33. Sinto-me à vontade para contar com os(as) meus/minhas parceiros(as) amorosos(as).
    Questiona o sentimento de segurança e ausência de receio em depositar expectativas no outro.
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  34. 34. Não me incomoda precisar do(a) meu/minha parceiro(a).
    Aborda o grau de aceitação intrínseca e não envergonhada das próprias carências de apoio.
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  35. 35. Sinto-me à vontade para demonstrar carinho ao(à) meu/minha parceiro(a).
    Avalia a liberdade afetiva para agir com proximidade física e manifestação evidente de carinho.
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  36. 36. O(A) meu/minha parceiro(a) compreende-me muito bem e entende do que preciso.
    Explora a gratificante validação empática subjacente a um sistema de vinculação organizado e seguro.
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