A Escala de Experiências Dissociativas para Adolescentes (A-DES) é um instrumento validado de avaliação clínica, focado na deteção e quantificação de fenómenos dissociativos específicos para esta faixa etária. A dissociação na adolescência pode manifestar-se de formas subtis e é frequentemente mascarada por outras sintomatologias, tornando o recurso a uma medida estruturada fundamental para enriquecer abordagens globais como As Bases da Saúde Mental: Programa Psicoeducativo Clínico.
Através dos seus 30 itens graduados em frequência, a A-DES abrange manifestações que variam entre a leve desatenção e processos severos de fragmentação da identidade ou perda de tempo. Na prática clínica diária, utilizar a A-DES facilita a identificação precoce de sintomas, servindo de barómetro fiável ao longo do processo terapêutico.
Além de fornecer um quadro descritivo claro, o instrumento enquadra as experiências do paciente e distingue o seu perfil de reações. O registo contínuo permite, assim, uma intervenção terapêutica mais segura e fundamentada num mapeamento conciso, adaptado às respostas reportadas pelo próprio adolescente.
Exemplo de resultado
Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.
Pontuação global
4.6/ 10
A A-DES é um questionário de autorrelato de 30 itens para adolescentes de 11 a 18 anos, desenvolvido para triar e quantificar experiências dissociativas normais e patológicas. Explora quatro domínios: amnésia dissociativa, absorção e envolvimento imaginativo, despersonalização/desrealização e influência passiva. Útil na avaliação inicial e no monitoramento clínico de sintomas dissociativos, particularmente em contextos pós-traumáticos.
0–1.9
Baixo
2–2.9
Leve
3–3.9
Moderado
4–10
Dissociação patológica
4.6
A fonte especifica: "Quando a pontuação da A-DES excede 4.0, recomenda-se uma avaliação mais aprofundada para transtorno dissociativo, incluindo potencialmente uma entrevista clínica estruturada." Também adverte que um ponto de corte rigoroso em 4.0 pode deixar de identificar casos clinicamente significativos (média de 2.2 já observada na psiquiatria geral) e que um ponto de corte reduzido na faixa de 3.0-3.9 aumenta a sensibilidade na presença de histórico de trauma.
généralemista · amostra comunitária · 11–16 anos · Reino Unido · n = 768 · 2001 · Farrington et al. (2001)
010
4.6
M = 2.66 ± 1.81
généraleamostra comunitária · n = 331 · 2003 · Muris et al. (2003)
010
4.6
M = 1.27 ± 1.18
cliniquepatologia: transtornos dissociativos · 1997 · Armstrong et al. (1997)
010
4.6
M = 4.8 ± 1.1
cliniquepatologia: transtornos psiquiátricos mistos (grupo de comparação não dissociativo) · 1997 · Armstrong et al. (1997)
010
4.6
M = 2.2 ± 1.6
cliniquepatologia: transtornos psicóticos · 1997 · Armstrong et al. (1997)
010
4.6
M = 3.7 ± 1.8
Pontuação
Média dos itens (pontuação total = soma / 30), pontuação total de 0 a 10, cada item é pontuado em uma escala de 11 pontos (de 0 a 10).
Amnésia dissociativa
4.143/ 10
Amnésia dissociativa (7 itens): lacunas na memória e na consciência — receber trabalhos escolares de volta ou encontrar textos/desenhos sem lembrança de tê-los feito, ser informado sobre ações das quais não se recorda, lacunas de memória na história pessoal ou nas atividades cotidianas (de Armstrong et al., 1997).
itens2, 5, 8, 12, 15, 22, 27
généraleamostra comunitária · n = 331 · 2003 · Muris et al. (2003)
010
4.143
M = 1.36 ± 1.37
Absorção e envolvimento imaginativo
4.5/ 10
Absorção e envolvimento imaginativo (6 itens): engajamento intenso na fantasia ou em uma atividade (televisão, leitura, videogames, devaneios) com consciência reduzida do ambiente e capacidade de bloquear as distrações do mundo real (de Armstrong et al., 1997).
itens1, 7, 10, 18, 24, 28
généraleamostra comunitária · n = 331 · 2003 · Muris et al. (2003)
010
4.5
M = 1.79 ± 1.46
Influência passiva
3.2/ 10
Influência passiva (5 itens): experiências de perda de controle voluntário sobre ações, comportamentos ou sensações — flutuações inexplicáveis de habilidades, sentir-se compelido a agir sem querer, sensações ou comportamentos vivenciados como involuntários ou controlados por outra coisa (de Armstrong et al., 1997).
itens4, 14, 16, 19, 23
généraleamostra comunitária · n = 331 · 2003 · Muris et al. (2003)
010
3.2
M = 1.58 ± 1.5
Despersonalização e desrealização
5.5/ 10
Despersonalização e desrealização (12 itens): sensação de desconexão de si mesmo ou percepção do mundo como irreal ou distorcido — sentir-se em uma névoa, observar-se de fora do próprio corpo, sentir o corpo como estranho, sensação de ter várias pessoas dentro de si, relacionamentos que mudam inexplicavelmente. Inclui itens sobre identidade dissociada e relacionamentos dissociados específicos da adolescência (de Armstrong et al., 1997).
itens3, 6, 9, 11, 13, 17, 20, 21, 25, 26, 29, 30
généraleamostra comunitária · n = 331 · 2003 · Muris et al. (2003)
010
5.5
M = 0.82 ± 1.16
Peça ao seu paciente para fazer este teste
Atribua-o num clique: o seu paciente responde no telemóvel e você recebe a pontuação e a sua interpretação.
A A-DES foi concebida para mapear sistematicamente as dimensões clínicas da fenomenologia dissociativa, ajudando a explorar a estruturação defensiva do jovem de forma análoga a exercícios sobre A Origem das Crenças: rastrear o que o paciente internalizou.
Amnésia dissociativa: Avalia falhas de memória significativas e lacunas na autobiografia ou na realização de atividades rotineiras.
Absorção e envolvimento imaginativo: Capta a tendência acentuada para a hiperfocagem em fantasias, pensamentos ou tarefas, ao ponto de se perder o contacto com o presente.
Despersonalização e desrealização: Mede o sentido de distanciamento, irrealidade ou desconexão em relação ao próprio corpo, emoções ou ambiente envolvente.
Influência passiva: Identifica episódios de falta de controlo ou momentos em que a agência sobre pensamentos e ações é atribuída a uma força sentida como externa.
A escala destina-se ao rastreio descritivo em adolescentes, documentando frequências de experiências que urgem o desenho de intervenções clínicas mais focadas do que as preconizadas num Ansiedade em Crianças e Adolescentes: Programa Psicoeducativo.
Quando e porquê utilizá-lo
A inclusão sistemática da A-DES na avaliação clínica está recomendada em múltiplos contextos do acompanhamento psicológico.
Monitorização da evolução: Para avaliar numericamente a diminuição da severidade da sintomatologia face ao avanço do trabalho terapêutico, nomeadamente após alicerçar a segurança com o Áudio de Visualização Guiada: Uma Caminhada na Montanha.
Diagnóstico diferencial: Para distinguir o bloqueio cognitivo de raiz dissociativa de manifestações atípicas de outras perturbações clínicas.
Um instrumento de rastreio validado dota a prática clínica de um referencial métrico robusto para interpretar com critério clínico as oscilações da experiência adolescente.
Biblioteca clínica
+750 ferramentas clínicas
Uma biblioteca concebida com e para clínicos, pronta a ser usada em sessão e a prolongar-se entre as consultas.
Estas perguntas referem-se a diferentes tipos de experiências que as pessoas podem vivenciar. Para cada pergunta, circula o número que descreve a frequência com que essa experiência te acontece. Circula « 0 » se isso nunca te acontece e « 10 » se isso te acontece sempre. Se isso te acontece por vezes, mas não a toda a hora, circula um número entre 1 e 9 que melhor descreva a frequência com que isso te acontece. Ao responderes, indica apenas a frequência com que estas coisas te acontecem quando NÃO consumiste álcool ou drogas.
1. Fico tão absorto(a) a ver televisão, a ler ou a jogar um videojogo que já não me apercebo do que se passa à minha volta.
Avalia a tendência do adolescente para apresentar uma hiperfocagem normativa ou dissociativa em estímulos lúdicos ou audiovisuais.
Nunca
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Sempre
2. Entregam-me testes ou trabalhos de casa que não me lembro de ter feito.
Explora a presença de perdas de memória concretas referentes a atividades e compromissos escolares recentes.
Nunca
1
2
3
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5
6
7
8
9
Sempre
3. Tenho emoções fortes que não parecem ser minhas.
Mede o distanciamento afetivo, onde emoções intensas são vividas de forma ego-distónica ou como se fossem alheias.
Nunca
1
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3
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8
9
Sempre
4. Consigo fazer algo muito bem uma vez e, noutra vez, já não consigo de todo.
Identifica flutuações extremas e repentinas no desempenho de habilidades adquiridas, sugerindo estados mentais compartimentados.
Nunca
1
2
3
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5
6
7
8
9
Sempre
5. As pessoas dizem-me que faço ou digo coisas que não me lembro de ter feito ou dito.
Regista a presença de comportamentos observados por terceiros sobre os quais o adolescente apresenta amnésia completa.
Nunca
1
2
3
4
5
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7
8
9
Sempre
6. Tenho a impressão de estar num nevoeiro ou completamente noutro lugar, e as coisas à minha volta parecem irreais.
Capta a experiência clássica de desrealização, descrita frequentemente como um entorpecimento ou alienação percetiva face ao meio.
Nunca
1
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9
Sempre
7. Já não sei se fiz mesmo algo ou se apenas pensei em fazê-lo.
Analisa a confusão da fonte, avaliando a dificuldade em distinguir uma intenção cognitiva de uma ação motora executada.
Nunca
1
2
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5
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8
9
Sempre
8. Olho para as horas e apercebo-me de que passou tempo sem que eu me consiga lembrar do que aconteceu.
Averigua episódios de fuga do tempo (time loss), em que ocorrem hiatos mnemónicos durante o normal estado de vigília.
Nunca
1
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9
Sempre
9. Oiço vozes na minha cabeça que não são as minhas.
Rastreia manifestações que mimetizam a alucinação auditiva intrapsíquica, podendo sinalizar a atividade de estados de ego distintos.
Nunca
1
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3
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9
Sempre
10. Quando estou num lugar onde não quero estar, consigo evadir-me na minha cabeça.
Explora a utilização do devaneio ou da retirada psicológica como um mecanismo de evitamento imediato perante situações aversivas.
Nunca
1
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3
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8
9
Sempre
11. Minto e finjo tão bem que acabo por acreditar eu próprio/a.
Avalia o grau de maleabilidade da identidade, onde o assumir de diferentes papéis se pode confundir com a própria noção de self.
Nunca
1
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8
9
Sempre
12. Acontece-me «acordar» a meio de algo que estava a fazer.
Mede o retorno súbito à consciência executiva, sinalizando um corte evidente na continuidade e integração do momento presente.
Nunca
1
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7
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9
Sempre
13. Não me reconheço no espelho.
Averigua a severidade da despersonalização visível, nomeadamente pela ausência total de autorreconhecimento num reflexo.
Nunca
1
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9
Sempre
14. Dou por mim a ir a algum lado ou a fazer algo e não sei porquê.
Explora ações automáticas e deslocações físicas contínuas cujo objetivo consciente primário é subitamente esquecido.
Nunca
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3
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6
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8
9
Sempre
15. Dou por mim em algum lugar e não me lembro como lá cheguei.
Identifica a ocorrência de fugas dissociativas menores ou de lapsos peripatéticos onde existe amnésia total sobre a trajetória.
Nunca
1
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3
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8
9
Sempre
16. Tenho pensamentos que não parecem ser realmente meus.
Capta a perceção de passividade intelectual com suspeita de invasão no pensamento autoral e perda das fronteiras mentais.
Nunca
1
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9
Sempre
17. Apercebo-me de que consigo fazer desaparecer a dor física.
Mede a modulação analgésica espontânea ou adquirida que permite ao indivíduo reduzir de forma dissociativa o input sensorial de dor.
Nunca
1
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3
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7
8
9
Sempre
18. Não consigo saber se as coisas aconteceram mesmo ou se apenas sonhei ou pensei nelas.
Analisa a confusão no juízo crítico de realidade entre o que é factual no mundo externo e os próprios conteúdos imaginativos do sujeito.
Nunca
1
2
3
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5
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7
8
9
Sempre
19. Dou por mim a fazer algo que sei que é errado, mesmo quando não o quero mesmo fazer.
Regista a vivência de ações contraditórias com o quadro ético e intencional do sujeito, apontando para uma profunda cisão da agência executiva.
Nunca
1
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3
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8
9
Sempre
20. As pessoas dizem-me que por vezes ajo de forma tão diferente que pareço ser outra pessoa.
Explora o relato e a observação de terceiros sobre transformações abruptas de perfil, maneirismos ou de identidade verbal no paciente.
Nunca
1
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3
4
5
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7
8
9
Sempre
21. Tenho a impressão de que existem muros dentro da minha mente.
Capta as autodescrições metafóricas correspondentes a fortes barreiras dissociativas usadas na compartimentação da psique.
Nunca
1
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3
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7
8
9
Sempre
22. Encontro escritos, desenhos ou cartas que devo ter feito, mas que não me lembro de ter feito.
Identifica episódios explícitos da produção de objetos físicos e escritos na vigência de uma amnésia dissociativa densa sobre o ato.
Nunca
1
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7
8
9
Sempre
23. Algo dentro de mim parece levar-me a fazer coisas que não quero fazer.
Averigua o sentimento de impotência ou controlo passivo exercido por impulsos internos alienados sobre o corpo ou ações globais.
Nunca
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2
3
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5
6
7
8
9
Sempre
24. Não consigo saber se estou simplesmente a lembrar-me de algo ou se isso está realmente a acontecer-me.
Mede as dificuldades na demarcação entre a evocação pura de memórias passadas e a experiência sensorial da circunstância presente.
Nunca
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7
8
9
Sempre
25. Tenho a impressão de estar fora do meu corpo, a olhar para mim como se eu fosse outra pessoa.
Explora manifestações agudas e severas de despersonalização baseadas na perspetiva autoscópica do sujeito perante si próprio.
Nunca
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8
9
Sempre
26. As minhas relações com a minha família e amigos mudam de repente, sem que eu saiba porquê.
Avalia transformações imprevisíveis nos laços afetivos em função das diferentes necessidades emocionais de partes menos integradas da personalidade.
Nunca
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9
Sempre
27. Tenho a impressão de que o meu passado é um puzzle ao qual faltam algumas peças.
Regista a descontinuidade no fio condutor mnésico através da evidência de buracos autobiográficos que fragmentam a narrativa.
Nunca
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8
9
Sempre
28. Fico tão absorto(a) nos meus brinquedos, peluches ou num jogo que eles me parecem vivos.
Capta índices de imersão infantil ou fuga imaginativa extrema, onde os adereços fantasiados se dotam temporariamente de atribuição animista.
Nunca
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9
Sempre
29. Tenho a impressão de que existem diferentes pessoas dentro de mim.
Rastreia abertamente perceções subjetivas características do quadro de alteração identitária estrutural profunda e pluralidade psíquica.
Nunca
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8
9
Sempre
30. Sinto que o meu corpo não me pertence.
Mede o défice severo de corporificação clínica em que o paciente não consegue aceder à pertença inata da sua própria forma física.