Escala de Diagnóstico de Autismo e Asperger de Ritvo - Revisada

A avaliação de adultos que podem apresentar traços do espectro do autismo (TEA) não diagnosticados na infância exige instrumentos sensíveis às manifestações…

Escala de Diagnóstico de Autismo e Asperger de Ritvo - Revisada
Perguntas
80
Duração
25 min
Título original
Ritvo Autism Asperger Diagnostic Scale–Revised
Adaptação
Escala de Diagnóstico de Autismo e Asperger de Ritvo - Revisada
Autores
Ritvo, R.A., Ritvo, E.R., Guthrie, D., Ritvo, M.J., Hufnagel, D.H., McMahon, W., Tonge, B., Mataix-Cols, D., Jassi, A., Attwood, T., & Eloff, J.
Criação
2011

A avaliação de adultos que podem apresentar traços do espectro do autismo (TEA) não diagnosticados na infância exige instrumentos sensíveis às manifestações tardias e às estratégias de camuflagem. A RAADS-R (Escala de Diagnóstico de Autismo e Asperger de Ritvo - Revisada) é um questionário validado internacionalmente, concebido especificamente para identificar comportamentos e experiências consistentes com o autismo na idade adulta, excluindo deficiências intelectuais.

Ao cobrir domínios essenciais como as interações sociais, o processamento sensório-motor, e os interesses restritos, esta escala oferece ao clínico um mapeamento estruturado da experiência subjetiva do paciente. Diferente de questionários voltados à sintomatologia aguda tratados no Compreender a Depressão: Programa Psicoeducativo Clínico ou de ferramentas para investigar dinâmicas ansiosas enquadradas nos Comportamentos Automáticos: Programa Psicoeducativo Clínico, a RAADS-R adota uma perspetiva temporal ampla.

O instrumento questiona o paciente não apenas sobre o momento atual, mas sobre o seu funcionamento antes dos 16 anos. Isto permite ao clínico ancorar os traços relatados numa trajetória de neurodesenvolvimento crónica e fundamentada na vida do paciente.

Exemplo de resultado

Resultado fictício, calculado a partir de um conjunto de respostas de exemplo.

Pontuação global
120/ 240
O RAADS-R é um questionário de autorrelato de 80 itens desenvolvido para auxiliar na triagem e no diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA), particularmente Nível 1 (historicamente síndrome de Asperger), em adultos. Explora quatro dimensões (relacionamento social, interesses circunscritos, linguagem e sintomas sensório-motores) ao avaliar a evolução dos sintomas entre a infância (antes dos 16 anos) e o período atual.
0–64
Globalmente não consistente com autismo
65–105
Alguns traços autistas
106–139
Consistente com autismo
120
140–240
Pronunciado
Justifica uma avaliação diagnóstica abrangente, incluindo anamnese do desenvolvimento
généralemisto · amostra comunitária · Estados Unidos · n = 276 · Ritvo et al. (2011)
0240
120
M = 21.39
cliniquemisto · condição: Transtorno autista · Estados Unidos · n = 66 · Ritvo et al. (2011)
0240
120
M = 138.46 ± 41.4
cliniquemisto · condição: Transtorno de Asperger · Estados Unidos · n = 135 · Ritvo et al. (2011)
0240
120
M = 131.53 ± 35.73
cliniquemisto · condição: transtornos psiquiátricos não TEA · Estados Unidos · n = 302 · Ritvo et al. (2011)
0240
120
M = 30.11
Pontuação
Soma por subescala, pontuação total variando de 0 a 240, com cada item pontuado em uma escala de 4 pontos (de 0 a 3).
Linguagem
11/ 21
Examina dificuldades na linguagem pragmática, incluindo a interpretação literal da linguagem, dificuldades na compreensão de metáforas e de significados implícitos.
itens 2, 7, 15, 27, 35, 58, 66
0–3
Abaixo do limiar de classificação
4–21
Classificação de TEA
11
Melhor ponto de corte para distinguir TEA de não-TEA na subescala de Linguagem.
généralemisto · amostra comunitária · Estados Unidos · n = 276 · Ritvo et al. (2011)
021
11
M = 1.86 ± 2.46
cliniquemisto · condição: Transtorno autista · Estados Unidos · n = 66 · Ritvo et al. (2011)
021
11
M = 11.08 ± 4.54
cliniquemisto · condição: Transtorno de Asperger · Estados Unidos · n = 135 · Ritvo et al. (2011)
021
11
M = 10.06 ± 4.37
cliniquemisto · condição: transtornos psiquiátricos não TEA · Estados Unidos · n = 302 · Ritvo et al. (2011)
021
11
M = 1.43 ± 1.76
Interesses restritos (Interesses circunscritos)
23/ 42
Avalia a presença de interesses restritos e intensos, comportamentos repetitivos e perseveração conversacional
itens 9, 13, 24, 30, 32, 40, 41, 50, 52, 56, 63, 70, 75, 78
0–14
Abaixo do limiar de classificação
15–42
Classificação de TEA
23
Melhor ponto de corte para distinguir TEA de não-TEA na subescala de Interesses circunscritos.
généralemisto · amostra comunitária · Estados Unidos · n = 276 · Ritvo et al. (2011)
042
23
M = 5.03 ± 4.44
cliniquemisto · condição: Transtorno autista · Estados Unidos · n = 66 · Ritvo et al. (2011)
042
23
M = 28.11 ± 8.54
cliniquemisto · condição: Transtorno de Asperger · Estados Unidos · n = 135 · Ritvo et al. (2011)
042
23
M = 27.44 ± 8.76
cliniquemisto · condição: transtornos psiquiátricos não TEA · Estados Unidos · n = 302 · Ritvo et al. (2011)
042
23
M = 7.08 ± 4.69
Interações sociais (Relacionamento social)
61/ 117
Avalia dificuldades com reciprocidade social, empatia, relacionamentos interpessoais, compreensão de convenções sociais e comportamentos de mascaramento/camuflagem
itens 1, 3, 5, 6, 8, 11, 12, 14, 17, 18, 20, 21, 22, 23, 25, 26, 28, 31, 37, 38, 39, 43, 44, 45, 47, 48, 53, 54, 55, 60, 61, 64, 68, 69, 72, 76, 77, 79, 80
0–30
Abaixo do limiar de classificação
31–117
Classificação de TEA
61
Melhor ponto de corte para distinguir TEA de não TEA na subescala do construto Social.
généralemisto · amostra comunitária · Estados Unidos · n = 276 · Ritvo et al. (2011)
0117
61
M = 9.24 ± 7.7
cliniquemisto · condição: Transtorno autista · Estados Unidos · n = 66 · Ritvo et al. (2011)
0117
61
M = 67.89 ± 21.45
cliniquemisto · condição: Transtorno de Asperger · Estados Unidos · n = 135 · Ritvo et al. (2011)
0117
61
M = 65.07 ± 17.8
cliniquemisto · condição: transtornos psiquiátricos não TEA · Estados Unidos · n = 302 · Ritvo et al. (2011)
0117
61
M = 13.88 ± 9.95
Sintomas sensório-motores
25/ 60
Mede sensibilidades sensoriais, estereotipias motoras, características atípicas de voz e fala, e respostas atípicas a estímulos sensoriais.
itens 4, 10, 16, 19, 29, 33, 34, 36, 42, 46, 49, 51, 57, 59, 62, 65, 67, 71, 73, 74
0–15
Abaixo do limiar de classificação
16–60
Classificação de TEA
25
Melhor ponto de corte para distinguir TEA de não-TEA na subescala Sensório-motora.
généralemisto · amostra comunitária · Estados Unidos · n = 276 · Ritvo et al. (2011)
060
25
M = 5.26 ± 5.33
cliniquemisto · condição: Transtorno autista · Estados Unidos · n = 66 · Ritvo et al. (2011)
060
25
M = 32.82 ± 12.25
cliniquemisto · condição: Transtorno de Asperger · Estados Unidos · n = 135 · Ritvo et al. (2011)
060
25
M = 28.96 ± 13.07
cliniquemisto · condição: transtornos psiquiátricos não TEA · Estados Unidos · n = 302 · Ritvo et al. (2011)
060
25
M = 7.72 ± 4.92

Peça ao seu paciente para fazer este teste

Atribua-o num clique: o seu paciente responde no telemóvel e você recebe a pontuação e a sua interpretação.

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O que o teste mede

A RAADS-R explora quatro dimensões nucleares associadas ao fenótipo autista, documentando a forma como o paciente interage com o ambiente e com os outros:

  • Interações Sociais: Capacidade de intuição social, reciprocidade, compreensão de sinais não verbais e facilidade nas dinâmicas interpessoais.
  • Interesses Restritos: Tendência para o hiperfoco, necessidade imperativa de rotinas e adesão estrita a padrões de sistematização.
  • Linguagem: Desafios na vertente pragmática da comunicação, incluindo a interpretação literal de expressões e as características atípicas na prosódia da voz.
  • Sintomas Sensório-Motores: Padrões de hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais comuns e presença de mecanismos motores de regulação (estereotipias).

O questionário foi validado para adultos que possuem total capacidade de autorrelato e sem compromisso intelectual severo associado.

Quando e porquê utilizá-lo

O recurso a este instrumento é particularmente proveitoso na clarificação de quadros atípicos na idade adulta, apoiando o clínico em cenários exigentes:

O resultado validado consolida a impressão clínica incipiente com um descritivo quantificado e robusto, viabilizando o encaminhamento fundamentado para uma avaliação neuropsicológica abrangente.

Biblioteca clínica

+750 ferramentas clínicas

Uma biblioteca concebida com e para clínicos, pronta a ser usada em sessão e a prolongar-se entre as consultas.

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Cotação automática

As perguntas

  1. Por favor, responda às perguntas de acordo com a sua própria opinião e não com base no que pensa que os outros esperam de si. Leia cada afirmação até ao fim e escolha uma das quatro opções que melhor o descreve (Verdadeiro agora e quando eu era jovem / Verdadeiro apenas agora / Verdadeiro apenas quando tinha menos de 16 anos / Nunca foi verdadeiro).
    1. Eu sou uma pessoa compassiva.
    Avalia a autopercepção da capacidade de demonstrar empatia compassiva pelos outros.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  2. 2. Costumo usar palavras e frases que ouvi em filmes ou na televisão em conversas.
    Sinaliza a ocorrência de ecolalia retardada ou a dependência de roteiros sociais memorizados.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  3. 3. Fico frequentemente surpreendido(a) quando os outros me dizem que fui rude.
    Explora possíveis dificuldades em ler o impacto de observações diretas nas emoções alheias.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  4. 4. Às vezes, falo alto ou baixo demais e não percebo.
    Investiga dificuldades na modulação inconsciente do volume da voz de acordo com o ambiente.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  5. 5. Costumo ter dificuldades em saber como me comportar em sociedade.
    Analisa a ausência de reciprocidade ou fluência natural perante normas sociais não escritas.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  6. 6. Consigo 'colocar-me no lugar de outra pessoa'.
    Afere a facilidade relatada em adotar a perspetiva mental e emocional alheia (Teoria da Mente).
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  7. 7. Tenho dificuldade em entender o significado de certas frases como 'és a menina dos meus olhos'.
    Deteta a tendência de processamento da linguagem numa vertente literal e concreta.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  8. 8. Gosto de falar apenas com pessoas que compartilham meus interesses.
    Assinala a restrição das interações baseada unicamente no alinhamento de hiperfocos.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  9. 9. Presto mais atenção aos detalhes do que à ideia geral.
    Observa a propensão neurocognitiva para a coerência central fraca, priorizando partes antes do todo.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  10. 10. Sou sensível à sensação que um alimento produz na minha boca. Isso é mais importante do que o seu sabor.
    Monitoriza atipicidades no processamento tátil e textural no foro alimentar.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  11. 11. Sinto falta dos meus melhores amigos ou da minha família quando estamos separados por muito tempo.
    Avalia a presença e o reconhecimento de vínculos de apego normativos a longo prazo.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  12. 12. Às vezes, ofendo os outros ao dizer o que penso, sem querer.
    Verifica impactos nas interações gerados por honestidade social e franqueza acentuada.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  13. 13. Gosto de pensar e falar apenas sobre coisas que me interessam.
    Averigua a presença de interesses circunscritos que dominam os recursos atencionais do paciente.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  14. 14. Prefiro ir comer num restaurante sozinho(a) do que com alguém que conheço.
    Afere a preferência e necessidade de descompressão isolada sem a sobrecarga do convívio social.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  15. 15. Não consigo imaginar como seria ser outra pessoa.
    Testa limitações no construto de flexibilidade cognitiva para assumir o papel de terceiros.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  16. 16. Me disseram que sou desajeitado(a) ou que não tenho coordenação.
    Reporta o histórico de dificuldades na motricidade global, coordenação ou dispraxia sutil.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  17. 17. Os outros me consideram esquisito(a) ou diferente.
    Captura o estigma social crónico ou o feedback repetido do ambiente sobre a atipicidade do paciente.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  18. 18. Eu entendo quando amigos precisam ser consolados.
    Mede o reconhecimento do sofrimento do outro e o ímpeto para prestar apoio emocional.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  19. 19. Sou muito sensível à sensação das minhas roupas quando tocam na minha pele.
    Destaca a presença de hipersensibilidade tátil, frequentemente ligada a costuras e etiquetas de tecidos.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  20. 20. Gosto de copiar o jeito de falar e agir dos outros.
    Explora o uso consciente do masking e da imitação como estratégia de camuflagem social compensatória.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  21. 21. Pode ser muito intimidador para mim falar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
    Analisa a sobrecarga resultante do processamento de vias de comunicação social múltiplas e simultâneas.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  22. 22. Preciso 'agir normalmente' para agradar aos outros e fazer com que gostem de mim.
    Evidencia o esforço exaustivo imposto pela monitorização contínua da própria conduta (masking).
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  23. 23. Conhecer pessoas novas é geralmente fácil para mim.
    Avalia a ausência de barreiras sociais espontâneas e a facilidade adaptativa nas introduções interpessoais.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  24. 24. Fico desestabilizado(a) quando alguém me interrompe enquanto estou falando de algo que me interessa muito.
    Regista a baixa tolerância à disrupção do fluxo de pensamento durante episódios de hiperfoco.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  25. 25. É difícil para mim perceber os sentimentos dos outros durante uma conversa.
    Sinaliza desafios na leitura síncrona da linguagem não verbal e da prosódia emocional na comunicação.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  26. 26. Gosto de ter uma conversa com várias pessoas, por exemplo, durante uma refeição, na escola ou no trabalho.
    Confere o conforto numa dinâmica de grupo neurotípica e a tolerância a ruídos de fundo.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  27. 27. Levo as coisas muito ao pé da letra, de modo que frequentemente não percebo o que as pessoas estão tentando dizer.
    Questiona episódios de falha na decodificação de duplo sentido, humor ou ideias implícitas.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  28. 28. É muito difícil para mim entender quando alguém está envergonhado ou com ciúmes.
    Aborda a dificuldade na perceção de emoções sociais e intencionalidades encobertas.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  29. 29. Certas texturas comuns que não incomodam outras pessoas parecem muito agressivas quando tocam na minha pele.
    Sublinha disparidades sensoriais onde estímulos inócuos desencadeiam reações de defesa tátil severa.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  30. 30. Fico muito chateado(a) quando a maneira como gosto de fazer as coisas é subitamente mudada.
    Mede a reatividade à quebra de previsibilidade e o apego agudo a rotinas procedimentais.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  31. 31. Nunca quis ou tive interesse em jogar com outras pessoas.
    Observa a ausência histórica de propensão para dinâmicas lúdicas partilhadas e reciprocidade recreativa.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  32. 32. É difícil para mim começar e terminar uma conversa. Preciso ir até o fim do meu raciocínio.
    Identifica a dificuldade em gerir a alternância de turnos sociais na conversa e a inflexibilidade verbal.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  33. 33. Falo com um ritmo de voz normal.
    Constata a autoperceção da adequação da prosódia, cadência e andamento vocal.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  34. 34. Posso, sem transição, ser muito sensível ou nada sensível ao mesmo som, à mesma cor ou à mesma textura.
    Explora a flutuação atípica no registo do limiar sensorial perante um mesmo estímulo, oscilando entre hiper e hiporreatividade.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  35. 35. A frase 'você entrou na minha pele' me deixa desconfortável.
    Averigua a angústia ou incompreensão causada por metáforas relativas à proximidade ou intrusão corporal.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  36. 36. Às vezes, o som de uma palavra ou um ruído agudo pode machucar meus ouvidos.
    Capta episódios de dor física provocada por frequências sonoras vulgares no dia a dia (hiperacusia).
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  37. 37. Sou uma pessoa compreensiva.
    Reavalia sob outro prisma a autoimagem relacionada à empatia e recetividade interpessoal.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  38. 38. Não me sinto próximo(a) dos personagens nos filmes e não consigo sentir o que eles sentem.
    Investiga a ausência de identificação emocional e empatia projetada na ficção e no entretenimento narrativo.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  39. 39. Não consigo perceber quando alguém está flertando comigo.
    Deteta a cegueira aos sinais românticos ou de cortejo socialmente implícitos.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  40. 40. Consigo visualizar mentalmente com detalhes exatos as coisas que me interessam.
    Afere a capacidade de memória visual eidética ou pensamento em imagens fortemente detalhado.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  41. 41. Faço listas de coisas que me interessam, mesmo quando não têm utilidade prática.
    Identifica comportamentos de arquivamento e alinhamento, comuns no perfil de sistematização do autismo.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  42. 42. Quando me sinto sobrecarregado(a) pelos meus sentidos, preciso me isolar para bloqueá-los.
    Sinaliza a necessidade de shutdown e isolamento para lidar com o esgotamento proveniente da sobrecarga sensorial crónica.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  43. 43. Gosto de conversar sobre as coisas com meus amigos.
    Avalia a motivação basal para trocas sociais afirmativas dentro do círculo íntimo.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  44. 44. Não consigo dizer se alguém está interessado ou entediado com o que estou dizendo.
    Mede dificuldades específicas no processamento do feedback contínuo da audiência para adequação do discurso.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  45. 45. Pode ser muito difícil ler os movimentos do rosto, da mão e do corpo de alguém quando estamos conversando.
    Regista dificuldades ativas na interpretação holística de gestos e microexpressões durante a fala.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
    • Verdadeiro apenas agora
    • Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos
    • Nunca verdadeiro
  46. 46. A mesma coisa (como roupas ou temperaturas) pode me parecer muito diferente em momentos diferentes.
    Analisa a desregulação temporal da integração sensorial.
    • Verdadeiro agora e quando eu era jovem
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  47. 47. Me sinto muito à vontade em encontros românticos ou em situações sociais com outras pessoas.
    Observa a autoconfiança perante as exigências complexas dos rituais de encontro afetivo e socialização.
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  48. 48. Tento ser o mais prestativo possível quando os outros me falam de seus problemas pessoais.
    Avalia a presença de uma intencionalidade de suporte orientada a ações pragmáticas perante desabafos.
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  49. 49. Me disseram que tenho uma voz incomum (por exemplo, sem expressão, monótona, infantil ou aguda).
    Captura um traço de atipicidade vocal clinicamente reportada, evidenciando prosódia particular.
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  50. 50. Às vezes, uma ideia ou um assunto fica preso na minha mente e preciso falar sobre isso, mesmo que não interesse a ninguém.
    Documenta a manifestação de um impulso irreprimível associado ao hiperfoco, gerando discursos prolongados unidirecionais.
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  51. 51. Faço certas coisas com minhas mãos repetidamente (como bater palmas, girar gravetos ou cordas, andar de um lado para o outro, me balançar).
    Inventaria comportamentos motores estereotipados autocalmantes (stimming motor franco).
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  52. 52. Nunca me interessei pelo que interessa à maioria das pessoas que conheço.
    Averigua o distanciamento das normas grupais e a marginalidade intrínseca dos focos de interesse.
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  53. 53. Me consideram uma pessoa compassiva.
    Questiona a validação externa recebida em torno das qualidades solidárias e empáticas do paciente.
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  54. 54. Me dou bem com os outros seguindo um conjunto de regras específicas que me ajudam a parecer normal.
    Identifica a estruturação cognitiva de scripts rigorosos em substituição da naturalidade social espontânea.
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  55. 55. É muito difícil para mim trabalhar e funcionar em grupos.
    Observa a carga mental excessiva e atrito gerados pelo contexto de equipa ou tarefas grupais.
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  56. 56. Quando falo com alguém, é difícil mudar de assunto. Se a outra pessoa o fizer, posso ficar muito chateado(a) e desestabilizado(a).
    Analisa a inflexibilidade do tema no decorrer de uma interação e a reação ansiosa perante desvios de tópico.
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  57. 57. Às vezes, tenho que tapar os ouvidos para bloquear sons dolorosos (como o barulho de um aspirador ou de pessoas falando demais ou muito alto).
    Afere reações comportamentais imediatas à sobrecarga acústica aguda gerada por maquinarias ou multidões.
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  58. 58. Consigo bater papo e falar sobre o tempo com as pessoas.
    Verifica o conforto no 'small talk' e o domínio natural das funções sociais da conversa fática.
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  59. 59. Às vezes, coisas que deveriam ser dolorosas não são (por exemplo, quando me machuco ou queimo a mão).
    Sinaliza a ocorrência perigosa de hipossensibilidade aos estímulos nociceptivos, mascarando a dor aguda.
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  60. 60. Quando falo com alguém, tenho dificuldade em saber quando é minha vez de falar ou de ouvir.
    Mede a perceção crónica de desajuste no timing da comunicação (interrupções involuntárias).
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  61. 61. Sou considerado(a) uma pessoa solitária por quem me conhece.
    Documenta o isolamento percecionado externamente, muitas vezes decorrente do grande custo energético da interação.
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  62. 62. Geralmente falo num tom de voz normal.
    Regista a perceção normativa do próprio timbre em contraste com a flutuação prosódica atípica.
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  63. 63. Gosto que as coisas sejam exatamente as mesmas dia após dia e até pequenas mudanças nas minhas rotinas me perturbam.
    Averigua a exigência de constância no ambiente e a resistência intransigente à quebra da rotina (sameness).
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  64. 64. Como fazer amigos e socializar é um mistério para mim.
    Explora a incompreensão ontológica crónica dos mecanismos de criação de vínculos interpessoais casuais.
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  65. 65. Me acalma girar ou me balançar numa cadeira quando me sinto estressado(a).
    Investiga o uso pontual de estimulação vestibular autoiniciada como método de alívio do stresse emocional.
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  66. 66. A expressão 'ele é um livro aberto' não faz sentido para mim.
    Deteta as dificuldades no processamento simbólico de frases idiomáticas dependentes do legado cultural.
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  67. 67. Se estou num lugar onde há muitos cheiros, texturas para sentir, barulhos ou luzes fortes, me sinto ansioso(a) ou com medo.
    Constata a existência de ansiedade sensorial e desregulação autonómica em cenários multiestímulo.
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  68. 68. Consigo perceber quando alguém diz uma coisa, mas pensa outra.
    Mede a capacidade espontânea para identificar sarcasmo, ironia e dissimulação intencional na conversa diária.
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  69. 69. Gosto de estar sozinho(a) o máximo possível.
    Afere o isolamento por preferência, vital para a recuperação e homeostase neurodivergente da energia social.
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  70. 70. Guardo meus pensamentos organizados na minha memória como se fossem fichas, e escolho os que preciso olhando a pilha e encontrando o certo (ou outro método similar).
    Analisa formas estruturadas, arquivísticas e altamente idiossincráticas de catalogar e recuperar informações mnésicas.
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  71. 71. O mesmo som pode às vezes parecer muito alto ou muito baixo, mesmo eu sabendo que ele não mudou.
    Registra uma perceção auditiva instável e desvinculada do volume físico real do som.
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  72. 72. Gosto de passar tempo comendo e conversando com minha família e meus amigos.
    Avalia o envolvimento normativo e prazer em atividades familiares que conjugam estímulo gustativo e partilha.
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  73. 73. Não suporto coisas de que não gosto (como cheiros, texturas, sons ou cores).
    Mede a rigidez da tolerância sensorial, marcada por aversões agudas impossíveis de relativizar.
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  74. 74. Não gosto de ser segurado(a) ou abraçado(a).
    Observa a aversão reativa ao afeto corporal impositivo ou constritivo por terceiros.
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  75. 75. Quando vou a algum lugar, tenho que seguir um caminho conhecido, senão posso ficar muito confuso(a) e perturbado(a).
    Documenta a forte angústia espacial vinculada a desvios imprevisíveis na rota física de viagem estipulada.
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  76. 76. É difícil entender o que as outras pessoas esperam de mim.
    Sublinha as falhas na leitura dos pressupostos subentendidos de papéis no ambiente de trabalho ou social.
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  77. 77. Gosto de ter amigos próximos.
    Captura o desejo fundamental de ligação que persiste muitas vezes isolado debaixo da retração ansiosa.
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  78. 78. Me dizem que dou detalhes demais.
    Avalia o estilo de comunicação pedante e excessivamente detalhista, focado na retenção da exatidão sistémica.
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  79. 79. Me dizem frequentemente que faço perguntas constrangedoras.
    Identifica comportamentos de violação involuntária das barreiras de privacidade convencionais, gerando embaraço alheio.
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  80. 80. Tenho tendência a apontar os erros dos outros.
    Analisa o impulso para a correção factual contínua, impulsionado pelo zelo à exatidão em oposição ao tato social.
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